Egito deporta jornalista francês sem explicações
Na última quarta-feira (25/5), o Egito deportou, sem qualquer explicação, o jornalista francês Remy Pigaglio, correspondente da estação de rádio privada RTL e do diário La Croix e que estava baseado no país desde 2014.
Atualizado em 25/05/2016 às 15:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:reprodução O repórter estava voltando de férias na França e foi impedido de entrar no país na última segunda-feira (23/5) Segundo a agência Associated Press, o repórter estava voltando de férias na França e foi impedido de entrar no país na última segunda-feira (23/5). O jornalista, que afirmou ter autorização válida de residência e trabalho, foi detido por trinta horas no Aeroporto Internacional do Cairo antes de ser enviado de volta para Paris.
Autoridades apreenderam seu celular e examinaram as suas fotos, confiscaram seu passaporte e o proibiram de falar com funcionários e familiares até segunda-feira à noite.
O embaixador francês no Cairo tentou intervir em seu nome, mas não conseguiu evitar a deportação, e está incitando autoridades egípcias a reconsiderar a sua decisão.
Um dos últimos artigos de Pigaglio cobriu um protesto na sede do sindicato dos jornalistas do Egito, no centro do Cairo, onde ele tirou as fotos em seu telefone, e onde manifestantes estavam protestando contra a prisão de dois jornalistas.
Autoridades apreenderam seu celular e examinaram as suas fotos, confiscaram seu passaporte e o proibiram de falar com funcionários e familiares até segunda-feira à noite.
O embaixador francês no Cairo tentou intervir em seu nome, mas não conseguiu evitar a deportação, e está incitando autoridades egípcias a reconsiderar a sua decisão.
Um dos últimos artigos de Pigaglio cobriu um protesto na sede do sindicato dos jornalistas do Egito, no centro do Cairo, onde ele tirou as fotos em seu telefone, e onde manifestantes estavam protestando contra a prisão de dois jornalistas.





