Efraim Filho apresenta estudo inédito sobre o contrabando na Oficina "Fronteiras Cruzadas"
Em participação na Oficina Fronteiras Cruzadas, realizada por IMPRENSA na última segunda-feira (25/5), o deputado Efraim Filho apresentou umestudo inédito encomendado pelo Instituto Brasileiro da Ética Concorrencial (Etco) ao Datafolha sobre o contrabando.
Atualizado em 26/05/2015 às 12:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
realizada por IMPRENSA na última segunda-feira (25/5), o deputado Efraim Filho apresentou um estudo inédito encomendado pelo Instituto Brasileiro da Ética Concorrencial (Etco) ao Datafolha sobre o contrabando.
Crédito:Gisele Sotto
Deputado Efraim Filho apresentou pesquisa sobre contrabando
O levantamento, realizado com o apoio do Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, mostra que 77% dos entrevistados concordam que produtos contrabandeados trazem prejuízo ao país e à população e que, para 80%, estes produtos ilegais prejudicam a atividade do comércio e a indústria do Brasil.
Efraim Filho, presidente da Frente Parlamentar de Combate ao Contrabando e à Falsificação, ressaltou que o contrabando é ofensivo ao mercado de trabalho. "É ruim para o trabalhador, a sociedade, e o Governo, que deixa de ter as receitas. E péssimo e extremamente ofensivo para a saúde do consumidor", acrescentou.
O deputado também lembrou de dados importantes da pesquisa, como as perdas de R$ 65 bilhões com o comércio ilegal no ano passado, além da precária fiscalização "nada eficiente" nas fronteiras que entram mercadorias contrabandeadas no país.
As entrevistas do levantamento foram feitas entre 22 e 24 de abril em todo o país com maiores de 16 anos totalizando 2.401 entrevistas. A margem de erro da amostra nacional é de 2 pontos para mais ou menos.
Para Efraim, a pirataria e o contrabando pela internet é uma abordagem necessária pela mídia. "As vendas pela internet acontecem com conhecimento público, notório, sem nenhum tipo de fiscalização", explicou.
Crédito:Gisele Sotto
Deputado Efraim Filho apresentou pesquisa sobre contrabando O levantamento, realizado com o apoio do Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro, mostra que 77% dos entrevistados concordam que produtos contrabandeados trazem prejuízo ao país e à população e que, para 80%, estes produtos ilegais prejudicam a atividade do comércio e a indústria do Brasil.
Efraim Filho, presidente da Frente Parlamentar de Combate ao Contrabando e à Falsificação, ressaltou que o contrabando é ofensivo ao mercado de trabalho. "É ruim para o trabalhador, a sociedade, e o Governo, que deixa de ter as receitas. E péssimo e extremamente ofensivo para a saúde do consumidor", acrescentou.
O deputado também lembrou de dados importantes da pesquisa, como as perdas de R$ 65 bilhões com o comércio ilegal no ano passado, além da precária fiscalização "nada eficiente" nas fronteiras que entram mercadorias contrabandeadas no país.
As entrevistas do levantamento foram feitas entre 22 e 24 de abril em todo o país com maiores de 16 anos totalizando 2.401 entrevistas. A margem de erro da amostra nacional é de 2 pontos para mais ou menos.
Para Efraim, a pirataria e o contrabando pela internet é uma abordagem necessária pela mídia. "As vendas pela internet acontecem com conhecimento público, notório, sem nenhum tipo de fiscalização", explicou.





