Eduardo Cunha é recebido com chuva de dólares falsos durante coletiva na Câmara
Na última quarta-feira (4/11), um ato contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), marcou a entrevista coletiva à imprensa no Salão Verde e acabou com três pessoas detidas pela Polícia Legislativa.
Atualizado em 05/11/2015 às 10:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
ato contra o presidente da Câmara, (PMDB-RJ), marcou a entrevista coletiva à imprensa no Salão Verde e acabou com três pessoas detidas pela Polícia Legislativa.
Crédito:Lula Marques/Agência PT/Agência Brasil Chuva de dólares falsos interrompeu entrevista de Eduardo Cunha
De acordo com O Estado de S.Paulo , manifestantes jogaram falsas notas de dólares enquanto ele concedia a entrevista coletiva. Cunha é suspeito de ter contas não declaradas na Suíça. O deputado nega todas as acusações.
Durante a confusão, o deputado oposicionista Alexandre Leite (DEM-SP) deu "voz de prisão" a um assessor do Partido dos Trabalhadores (PT), que puxou um painel com assinaturas a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O jornalista e assessor parlamentar da liderança do PT, Jonas Tolocka, admitiu, depois de prestar depoimento, que puxou o painel, mas alegou que o ato foi praticado em meio ao momento de confusão. Ele foi liberado em seguida.
A deputada Moema Gramacho (PT-BA) disse que Cunha havia concordado com a retirada do painel. Uma regra criada em 2010 proíbe cartazes no local. Segundo ela, ao terem conhecimento da decisão, manifestantes a favor do impeachment tentaram impedir a retirada, momento que deu início ao alarde.
Assessores parlamentares identificaram os manifestantes como Thiago Pará, secretário-geral da UNE (União Nacional dos Estudantes), e Carla Bueno. A dupla foi liberada após prestar depoimento à polícia.
Cunha permaneceu no local da entrevista e disse que não se sentia constrangido com o episódio. "Não vou, por causa de um militante encomendado e colocado aqui para fazer uma agressão, achar que isso vai me constranger, porque não vai. Esse provavelmente é contratado por alguém com um objetivo. Não vou pautar minha atuação por causa de um militante", ponderou.
Crédito:Lula Marques/Agência PT/Agência Brasil Chuva de dólares falsos interrompeu entrevista de Eduardo Cunha
De acordo com O Estado de S.Paulo , manifestantes jogaram falsas notas de dólares enquanto ele concedia a entrevista coletiva. Cunha é suspeito de ter contas não declaradas na Suíça. O deputado nega todas as acusações.
Durante a confusão, o deputado oposicionista Alexandre Leite (DEM-SP) deu "voz de prisão" a um assessor do Partido dos Trabalhadores (PT), que puxou um painel com assinaturas a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O jornalista e assessor parlamentar da liderança do PT, Jonas Tolocka, admitiu, depois de prestar depoimento, que puxou o painel, mas alegou que o ato foi praticado em meio ao momento de confusão. Ele foi liberado em seguida.
A deputada Moema Gramacho (PT-BA) disse que Cunha havia concordado com a retirada do painel. Uma regra criada em 2010 proíbe cartazes no local. Segundo ela, ao terem conhecimento da decisão, manifestantes a favor do impeachment tentaram impedir a retirada, momento que deu início ao alarde.
Assessores parlamentares identificaram os manifestantes como Thiago Pará, secretário-geral da UNE (União Nacional dos Estudantes), e Carla Bueno. A dupla foi liberada após prestar depoimento à polícia.
Cunha permaneceu no local da entrevista e disse que não se sentia constrangido com o episódio. "Não vou, por causa de um militante encomendado e colocado aqui para fazer uma agressão, achar que isso vai me constranger, porque não vai. Esse provavelmente é contratado por alguém com um objetivo. Não vou pautar minha atuação por causa de um militante", ponderou.





