Editora faz cortes em biografia de Mick Jagger para evitar processo de Luciana Gimenez
Segundo a editora, os "ajustes" aceitos pelo autor "foram poucos"
Atualizado em 13/11/2014 às 09:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
"Mick - A vida selvagem e o gênio louco de Jagger" deve chegar às livrarias brasileiras em janeiro do próximo ano com uma edição diferente da original em inglês, lançada em 2012. A editora Objetiva, responsável pela obra do jornalista americano Christopher Andersen, fez alguns cortes no livro em partes que Luciana Gimenez foi mencionada, após negociação com a apresentadora e seus advogados.
Crédito:Divulgação Autor do livro criticou ação da apresentadora que censurou trechos da obra
De acordo com O Globo , a editora alega que os "ajustes" aceitos pelo autor "foram poucos", mas que “não pode abrir os detalhes dessa negociação, até porque o acordo foi feito sob a premissa de confidencialidade”. Por meio de sua assessoria de imprensa, Luciana disse que apenas se manifestará sobre o caso quando o livro chegar às livrarias, uma vez que ainda não leu a versão com os cortes.
Embora a editora tenha afirmado que houve poucas mudanças, o jornalista manifestou sua indignação. "Fiquei chocado ao saber que o Brasil proíbe biografias não autorizadas. Como o país pode ser uma sociedade livre sem saber a verdade sobre suas figuras públicas?", questionou.
"Em nenhuma edição estrangeira de meus livros trechos foram suprimidos. A verdade é a verdade. Censura é censura. Qual é o próximo passo, fogueiras de livros? Essas celebridades que defendem causas liberais e depois tentam controlar tudo o que é escrito sobre elas são muito hipócritas. Cada sílaba da biografia é real", acrescentou.
O nome de Luciana é citado 55 vezes na versão original. A polêmica está na relação que ela manteve com o músico quando ele ainda era casado com a modelo e atriz Jerry Hall. Após o relacionamento dos dois, nasceu Lucas Jagger, hoje com 15 anos. Outro ponto seria a participação da mãe da apresentadora, Vera Gimenez, em filmes pornôs, também citada na obra.
Os cortes de trechos da biografia ocorre em meio ao trâmite da Lei das Biografias, que permite a publicação de obras sem autorização dos biografados. A medida deve ser votada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
Crédito:Divulgação Autor do livro criticou ação da apresentadora que censurou trechos da obra
De acordo com O Globo , a editora alega que os "ajustes" aceitos pelo autor "foram poucos", mas que “não pode abrir os detalhes dessa negociação, até porque o acordo foi feito sob a premissa de confidencialidade”. Por meio de sua assessoria de imprensa, Luciana disse que apenas se manifestará sobre o caso quando o livro chegar às livrarias, uma vez que ainda não leu a versão com os cortes.
Embora a editora tenha afirmado que houve poucas mudanças, o jornalista manifestou sua indignação. "Fiquei chocado ao saber que o Brasil proíbe biografias não autorizadas. Como o país pode ser uma sociedade livre sem saber a verdade sobre suas figuras públicas?", questionou.
"Em nenhuma edição estrangeira de meus livros trechos foram suprimidos. A verdade é a verdade. Censura é censura. Qual é o próximo passo, fogueiras de livros? Essas celebridades que defendem causas liberais e depois tentam controlar tudo o que é escrito sobre elas são muito hipócritas. Cada sílaba da biografia é real", acrescentou.
O nome de Luciana é citado 55 vezes na versão original. A polêmica está na relação que ela manteve com o músico quando ele ainda era casado com a modelo e atriz Jerry Hall. Após o relacionamento dos dois, nasceu Lucas Jagger, hoje com 15 anos. Outro ponto seria a participação da mãe da apresentadora, Vera Gimenez, em filmes pornôs, também citada na obra.
Os cortes de trechos da biografia ocorre em meio ao trâmite da Lei das Biografias, que permite a publicação de obras sem autorização dos biografados. A medida deve ser votada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.





