Editora de tabloide acusada de fazer escutas ilegais era “exigente”, diz advogado
Na última segunda-feira (18/11), o julgamento por supostos crimes de escutas ilegais praticadas pelo News of the World, de Rupert Murdo
Atualizado em 19/11/2013 às 15:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última segunda-feira (18/11), o julgamento por supostos crimes de escutas ilegais praticadas pelo News of the World , de Rupert Murdoch, revelou que Rebekah Brooks, ex-chefe de jornais britânicos do magnata, era uma "editora exigente", que não “simplesmente aceitaria conselhos legais sem explicação em reportagens”.
Crédito:Reprodução Ex-editora do tabloide fazia muitas cobranças à sua equipe
De acordo com a Reuters, Justin Walford, advogado sênior do braço britânico da News Corp., também defendeu que as escutas se limitaram ao jornal News of the World , fechado em 2011, após revelações sobre a prática ilegal.
Rebekah, ex-editora do News of Sun e News of the World , nega a existência de uma conspiração para hackear ligações e autorizar pagamentos ilegais. Sete outros editores também estão em julgamento.
Walford diz ter perguntado, em 2006, se existia algum tipo de escuta telefônica por parte do tabloide. "Foi-me dada garantia de que não tinha acontecido. Obviamente, eu aceitei essas garantias", declarou.
Segundo ele, Rebekah tinha uma personalidade forte e exigia altos padrões de sua equipe. "Ela era uma editora muito exigente. Esperava trabalho duro e todos na mesma direção para obter reportagens para o jornal."
Crédito:Reprodução Ex-editora do tabloide fazia muitas cobranças à sua equipe
De acordo com a Reuters, Justin Walford, advogado sênior do braço britânico da News Corp., também defendeu que as escutas se limitaram ao jornal News of the World , fechado em 2011, após revelações sobre a prática ilegal.
Rebekah, ex-editora do News of Sun e News of the World , nega a existência de uma conspiração para hackear ligações e autorizar pagamentos ilegais. Sete outros editores também estão em julgamento.
Walford diz ter perguntado, em 2006, se existia algum tipo de escuta telefônica por parte do tabloide. "Foi-me dada garantia de que não tinha acontecido. Obviamente, eu aceitei essas garantias", declarou.
Segundo ele, Rebekah tinha uma personalidade forte e exigia altos padrões de sua equipe. "Ela era uma editora muito exigente. Esperava trabalho duro e todos na mesma direção para obter reportagens para o jornal."





