Editora Brasil 247 recebeu propina de Vaccari para apoiar o PT, diz lobista
Responsável pelo Brasil 247 recebeu pelo menos R$ 120 mil em contrato com empresa de lavagem de dinheiro
Atualizado em 04/08/2015 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O lobista Milton Pascowitch, um dos delatores da , afirmou que repassou a pedido do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, cerca de R$ 180 mil à Editora 247 Ltda, representada pelo jornalista Leonardo Attuch e que edita o site .
Crédito:Reprodução/Agência Brasil Jornalista teria recebido propina de ex-tesoureiro do PT, diz lobista
De acordo com a Folha de S.Paulo , as informações constam do despacho do juiz Sérgio Moro que determinou a prisão preventiva do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu. Segundo o lobista, o pagamento de propina tinha como objetivo dar legalidade ao “apoio” do PT ao site.
Pascowitch repassou valores de recursos desviados da Petrobras a diversas empresas por meio da Jamp Engenheiros que, de acordo com o lobista, realizou contratos simulados com a Consist Software, que, a mando de Vaccari, acordou com a editora 247. A suspeita da PF é que esses contratos também foram simulados para o recebimento de propina.
Conforme depoimento do lobista, o acordo ocorreu durante reunião entre Attuch e ele. Vaccari sugeriu o fechamento de um contrato anual entre a editora e a Consist. Foram realizados dois pagamentos da Consist no valor de R$ 30 mil cada e outros dois pagamentos, por solicitação do jornalista, que totalizaram R$ 120 mil, de acordo com os investigadores.
O Ministério Público Federal pediu a prisão temporária do jornalista, dono e administrador do Brasil 247, mas o juiz Sergio Moro indeferiu o pedido afirmando que era necessário aprofundar as investigações, "apesar das provas, em cognição sumária, de pagamento a eles [Attuch e à Editora 247] de valores decorrentes de acertos de propina no esquema criminoso da Petrobras". Em divulgada em seu site, a editora disse que foi contratada pela Jamp, por meio de Pascowitch, para a produção de conteúdo sobre o setor de engenharia. "Os serviços foram efetivamente prestados, as notas fiscais foram emitidas e os impostos recolhidos como em qualquer transação comercial legal e legítima", acrescenta.
"A Editora também esclarece que a linha editorial do Brasil 247, veículo de referência na internet brasileira, com alguns dos principais nomes do jornalismo nacional, será mantida, pautando-se sempre pela independência, pela pluralidade e pela defesa das empresas brasileiras e dos interesses nacionais", completa.
Crédito:Reprodução/Agência Brasil Jornalista teria recebido propina de ex-tesoureiro do PT, diz lobista
De acordo com a Folha de S.Paulo , as informações constam do despacho do juiz Sérgio Moro que determinou a prisão preventiva do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu. Segundo o lobista, o pagamento de propina tinha como objetivo dar legalidade ao “apoio” do PT ao site.
Pascowitch repassou valores de recursos desviados da Petrobras a diversas empresas por meio da Jamp Engenheiros que, de acordo com o lobista, realizou contratos simulados com a Consist Software, que, a mando de Vaccari, acordou com a editora 247. A suspeita da PF é que esses contratos também foram simulados para o recebimento de propina.
Conforme depoimento do lobista, o acordo ocorreu durante reunião entre Attuch e ele. Vaccari sugeriu o fechamento de um contrato anual entre a editora e a Consist. Foram realizados dois pagamentos da Consist no valor de R$ 30 mil cada e outros dois pagamentos, por solicitação do jornalista, que totalizaram R$ 120 mil, de acordo com os investigadores.
O Ministério Público Federal pediu a prisão temporária do jornalista, dono e administrador do Brasil 247, mas o juiz Sergio Moro indeferiu o pedido afirmando que era necessário aprofundar as investigações, "apesar das provas, em cognição sumária, de pagamento a eles [Attuch e à Editora 247] de valores decorrentes de acertos de propina no esquema criminoso da Petrobras". Em divulgada em seu site, a editora disse que foi contratada pela Jamp, por meio de Pascowitch, para a produção de conteúdo sobre o setor de engenharia. "Os serviços foram efetivamente prestados, as notas fiscais foram emitidas e os impostos recolhidos como em qualquer transação comercial legal e legítima", acrescenta.
"A Editora também esclarece que a linha editorial do Brasil 247, veículo de referência na internet brasileira, com alguns dos principais nomes do jornalismo nacional, será mantida, pautando-se sempre pela independência, pela pluralidade e pela defesa das empresas brasileiras e dos interesses nacionais", completa.





