Edição 2020 do relatório anual do Instituto Reuters aponta tendências
O Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo destaca, em seu relatório anual, algumas tendências, que incluem assinaturas, podcasts e inteligência artificial.
Atualizado em 13/01/2020 às 15:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Entre suas principais preocupações estão a queda na produção de notícias locais, o receio relacionado à queda da confiança na mídia e os ataques ao jornalismo feitos por políticos.
Crédito:Reprodução / Instituto Reuters
A maioria dos entrevistados (85%) acha que a mídia deveria fazer mais para chamar atenção para as mentiras e meia-verdades, mas alguns se preocupam que isso não seja suficiente, já que cada vez mais políticos ao redor do mundo adotam a postura de Donald Trump com relação à mídia, minando a mídia tradicional e usando as mídias sociais para enviar mensagens aos seus apoiadores.
Considerando o financiamento, os publishers continuam apostando fortemente na receita vinda dos leitores, com 50% considerando esta a principal fonte de receita. E 35% apostam num equilíbrio entre esta receita e a proveniente dos anúncios.
Crédito:Reprodução / Instituto Reuters
Já sobre as formas de distribuição das notícias, 53% consideram apostar em podcasts, seja no formato de notícias diárias, entrevistas, ou séries.Outros citam os textos em áudio como uma maneira de capitalizar a crescente popularidade dos formatos em áudio.
E com relação à diversidade nas redações, os entrevistados dizem que tomaram grandes passos neste sentido, com 76% afirmando que “fizeram um bom trabalho” quanto à diversidade de gênero. No entanto, os números caem quando se considera a diversidade geográfica (55%), política (48%) e racial (33%).
Crédito:Reprodução / Instituto Reuters
Os publishers têm planos de dar um passo adiante no uso da inteligência artificial como uma maneira de distribuir o conteúdo de forma mais efetiva. O foco será em criar recomendações mais efetivas (53% consideram muito importante), seguido pelo uso da IA para atingir assinantes potenciais e otimizar os paywalls (47%), além dos recursos que auxiliam as redações na produção de notícias.
Acesse o relatório neste .
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Crédito:Reprodução / Instituto Reuters
A maioria dos entrevistados (85%) acha que a mídia deveria fazer mais para chamar atenção para as mentiras e meia-verdades, mas alguns se preocupam que isso não seja suficiente, já que cada vez mais políticos ao redor do mundo adotam a postura de Donald Trump com relação à mídia, minando a mídia tradicional e usando as mídias sociais para enviar mensagens aos seus apoiadores.
Considerando o financiamento, os publishers continuam apostando fortemente na receita vinda dos leitores, com 50% considerando esta a principal fonte de receita. E 35% apostam num equilíbrio entre esta receita e a proveniente dos anúncios.
Crédito:Reprodução / Instituto Reuters
Já sobre as formas de distribuição das notícias, 53% consideram apostar em podcasts, seja no formato de notícias diárias, entrevistas, ou séries.Outros citam os textos em áudio como uma maneira de capitalizar a crescente popularidade dos formatos em áudio.
E com relação à diversidade nas redações, os entrevistados dizem que tomaram grandes passos neste sentido, com 76% afirmando que “fizeram um bom trabalho” quanto à diversidade de gênero. No entanto, os números caem quando se considera a diversidade geográfica (55%), política (48%) e racial (33%).
Crédito:Reprodução / Instituto Reuters
Os publishers têm planos de dar um passo adiante no uso da inteligência artificial como uma maneira de distribuir o conteúdo de forma mais efetiva. O foco será em criar recomendações mais efetivas (53% consideram muito importante), seguido pelo uso da IA para atingir assinantes potenciais e otimizar os paywalls (47%), além dos recursos que auxiliam as redações na produção de notícias.
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