“É uma grande honra”, diz Soraya Venegas sobre homenagem do Professor IMPRENSA
A 3.ª edição do Professor IMPRENSA, uma iniciativa da Revista e Portal IMPRENSA, com o apoio da Intercom e Jeduca, anunciou os homenageados de 2017 na segunda-feira (13).
Atualizado em 24/11/2017 às 15:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito: Jorge Oliveira “Minha inserção na atividade docente começou aos 22 anos logo após a graduação em Jornalismo, em Cursos Profissionalizantes na área de Fotografia. E, quase sem perceber, fui migrando da Fotografia para o Fotojornalismo, do SENAC para UFRJ e, posteriormente do Fotojornalismo para a orientação de projetos de pesquisa em universidades privadas, nas quais atuo até hoje”, aponta a professora.
Tudo aconteceu em paralelo à atuação no mercado de trabalho e à formação em nível de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado. “Percebo que sou uma professora dos assuntos que gosto. Amo a Fotografia, amo o Jornalismo e amo a atividade de pesquisa. Nesse sentido, nada melhor do que compartilhar e construir cada de vez mais conhecimento e postura crítica em torno de assuntos que nos motivam. Aos poucos, o mercado de trabalho de Jornalismo foi ficando em segundo plano e percebi que seria socialmente mais útil cuidando da formação de novos profissionais. Então, era a hora de me afastar do fotojornalismo diário e passar a compatibilizar a atividade docente com a coordenação do curso de Jornalismo e, mais recentemente também de Fotografia, participar de Núcleos Docentes Estruturantes e atuar como avaliadora do INEP-MEC para cursos na área de Comunicação e Artes. A Educação tornou-se então meu principal foco profissional”, diz.
Sobre os professores que serviram como inspirações, Soraya afirma ter sido uma aluna de sorte. “Tive mestres maravilhosos. Os professores Nilson Lage, Milton José Pinto, Aluísio Ramos Trinta, Milton Júlio Faccin”, defende.
“É preciso pontuar que há alunos inspiradores também. Cada um representa um desafio e um estímulo particular. Trazem histórias pessoais muitas vezes difíceis e depositam no orientador de TCC sua confiança e expectativas de conclusão do curso universitário. Muitas vezes são os primeiros de seu grupo familiar a conseguir tal feito. Com isso, a responsabilidade do orientador é enorme: é preciso identificar até que ponto cada aluno-pesquisador é capaz de avançar, respeitando seu tema e suas escolhas e, ao mesmo tempo, mantendo o caráter científico do trabalho”, vaticina.
No jornalismo, a referência vem de Nilson Lage. “Hoje, aos 81 anos, ainda é extremamente ativo nas redes sociais. Seus textos primorosos e críticos continuam a inspirar as novas gerações e relembrar os princípios profissionais para aqueles que tiveram a felicidade de contar com ele como mestre. Outro nome a ser cotidianamente lembrado é o do professor Dante Gastaldoni, professor de várias gerações de fotojornalistas cariocas e que há mais de dez anos se dedica à formação de fotógrafos populares. Ambos parecem não envelhecem com o passar do tempo. Ao contrário, demonstram sempre uma enorme energia para construir melhores cenários para a profissão e para o país”, afirma.
Para Soraya, receber a homenagem do Professor IMPRENSA é uma grande honra. “As fases do concurso priorizam a percepção dos alunos sobre o orientador e o reconhecimento nos chega por voto popular. Nesse sentido, parece indicar que, nesses mais de dez anos à frente da orientação de monografias, os caminhos escolhidos eram os mais corretos. A homenagem reafirma a percepção de que cada orientando é importante, de que todo tema é válido e de que as dificuldades (de pesquisa, textuais, de expressão oral) apresentadas pelos alunos estão aí para serem vencidas. Cada voto declarado, cada mensagem enviada, cada abraço recebido durante o período de votação foi decisivo para seguir em frente. Que venham novas e interessantes pesquisas em 2018”, conclui.

Tudo aconteceu em paralelo à atuação no mercado de trabalho e à formação em nível de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado. “Percebo que sou uma professora dos assuntos que gosto. Amo a Fotografia, amo o Jornalismo e amo a atividade de pesquisa. Nesse sentido, nada melhor do que compartilhar e construir cada de vez mais conhecimento e postura crítica em torno de assuntos que nos motivam. Aos poucos, o mercado de trabalho de Jornalismo foi ficando em segundo plano e percebi que seria socialmente mais útil cuidando da formação de novos profissionais. Então, era a hora de me afastar do fotojornalismo diário e passar a compatibilizar a atividade docente com a coordenação do curso de Jornalismo e, mais recentemente também de Fotografia, participar de Núcleos Docentes Estruturantes e atuar como avaliadora do INEP-MEC para cursos na área de Comunicação e Artes. A Educação tornou-se então meu principal foco profissional”, diz.
Sobre os professores que serviram como inspirações, Soraya afirma ter sido uma aluna de sorte. “Tive mestres maravilhosos. Os professores Nilson Lage, Milton José Pinto, Aluísio Ramos Trinta, Milton Júlio Faccin”, defende.
“É preciso pontuar que há alunos inspiradores também. Cada um representa um desafio e um estímulo particular. Trazem histórias pessoais muitas vezes difíceis e depositam no orientador de TCC sua confiança e expectativas de conclusão do curso universitário. Muitas vezes são os primeiros de seu grupo familiar a conseguir tal feito. Com isso, a responsabilidade do orientador é enorme: é preciso identificar até que ponto cada aluno-pesquisador é capaz de avançar, respeitando seu tema e suas escolhas e, ao mesmo tempo, mantendo o caráter científico do trabalho”, vaticina.
No jornalismo, a referência vem de Nilson Lage. “Hoje, aos 81 anos, ainda é extremamente ativo nas redes sociais. Seus textos primorosos e críticos continuam a inspirar as novas gerações e relembrar os princípios profissionais para aqueles que tiveram a felicidade de contar com ele como mestre. Outro nome a ser cotidianamente lembrado é o do professor Dante Gastaldoni, professor de várias gerações de fotojornalistas cariocas e que há mais de dez anos se dedica à formação de fotógrafos populares. Ambos parecem não envelhecem com o passar do tempo. Ao contrário, demonstram sempre uma enorme energia para construir melhores cenários para a profissão e para o país”, afirma.
Para Soraya, receber a homenagem do Professor IMPRENSA é uma grande honra. “As fases do concurso priorizam a percepção dos alunos sobre o orientador e o reconhecimento nos chega por voto popular. Nesse sentido, parece indicar que, nesses mais de dez anos à frente da orientação de monografias, os caminhos escolhidos eram os mais corretos. A homenagem reafirma a percepção de que cada orientando é importante, de que todo tema é válido e de que as dificuldades (de pesquisa, textuais, de expressão oral) apresentadas pelos alunos estão aí para serem vencidas. Cada voto declarado, cada mensagem enviada, cada abraço recebido durante o período de votação foi decisivo para seguir em frente. Que venham novas e interessantes pesquisas em 2018”, conclui.






