"É tendenciosa em favor de interesses árabes", diz ex-chefe sobre Al Jazeera América
O ex-chefe da unidade de documentário da rede de televisão Al Jazeera América (Ajam), Shannon High-Bassalik, processou na última quinta-feira (11/6) o canal acusando-o de ser tendencioso em favor do povo árabe em suas produções, além de ressaltar os "maus tratos com as mulheres".
Atualizado em 12/06/2015 às 16:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
documentário da de televisão Al Jazeera América (Ajam), Shannon High-Bassalik, processou na última quinta-feira (11/6) o canal acusando-o de ser tendencioso em favor do povo árabe em suas produções, além de ressaltar os "maus tratos com as mulheres".
Crédito:Reprodução Emissora negou as acusações e disse que jornalista calunia a Al Jazeera
Segundo o The Salt Lake Tribune , Bassalik, que foi demitido em fevereiro deste ano, ressaltou que a emissora tem abandonado seus objetivos jornalísticos para promover um noticiário pró-árabe. "A Al Jazeera abandonou sua neutralidade em favor de uma postura anti-israelense", disse o ex-chefe.
Além disso, Bassalik comentou sobre o desrespeito contra as mulheres dentro da emissora. Segundo ele, o chefe-executivo da Ajam, Ehab Al Shihabi, "deixava reuniões quando as mulheres falavam e gritava com elas na frente dos colegas quando estas reclamavam de algo". Em resposta, o canal afirmou que as acusações de Bassalik são "infundadas e caluniosas".
Crédito:Reprodução Emissora negou as acusações e disse que jornalista calunia a Al Jazeera
Segundo o The Salt Lake Tribune , Bassalik, que foi demitido em fevereiro deste ano, ressaltou que a emissora tem abandonado seus objetivos jornalísticos para promover um noticiário pró-árabe. "A Al Jazeera abandonou sua neutralidade em favor de uma postura anti-israelense", disse o ex-chefe.
Além disso, Bassalik comentou sobre o desrespeito contra as mulheres dentro da emissora. Segundo ele, o chefe-executivo da Ajam, Ehab Al Shihabi, "deixava reuniões quando as mulheres falavam e gritava com elas na frente dos colegas quando estas reclamavam de algo". Em resposta, o canal afirmou que as acusações de Bassalik são "infundadas e caluniosas".





