Durante protesto, manifestantes pedem importação de papel-jornal na Venezuela
A escassez de papel-jornal ganhou um novo capítulo na Venezuela. Na última terça-feira (11/2), aproximadamente 600 manifestantes, entre eles dirigentes políticos da oposição e funcionários de diversos periódicos, marcharam em direção à sede do Centro Nacional de Comércio Exterior (Cencoex), órgão que estabelece as divisas para importações.
Atualizado em 12/02/2014 às 10:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
um novo capítulo na Venezuela. Na última terça-feira (11/2), aproximadamente 600 manifestantes, entre eles dirigentes políticos da oposição e funcionários de diversos periódicos, marcharam em direção à sede do Centro Nacional de Comércio Exterior (Cencoex), órgão que estabelece as divisas para importações.
Crédito:Reprodução Manifestantes pedem ao governo divisas para importação de papel-jornal
Segundo a AFP, os cartazes se espalharam com mensagens exigindo divisas para importar o papel que abastece cerca de 136 jornais no país. Em meio a uma forte queda das reservas em divisas, o governo freia a entrega dólares e os jornais precisam de aval para importar papel.
"Sem papel, não há emprego! Liberdade de expressão!", gritavam os funcionários, que conseguiram chegar ao local apesar da ação da Polícia Nacional alterar a rota original. "Não nos tirarão o direito de protestar", diziam.
"Isso é uma desculpa econômica para limitar a liberdade de expressão e agora estamos defendendo nosso direito ao trabalho, são 10.000 postos de trabalho direto em jogo", enfatizou a jornalista Sharay Angulo, do jornal Últimas Noticias , de maior circulação no país.
O protesto contou com a participação de sindicatos de imprensa e dirigentes opositores como a deputada María Corina Machado e o prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, além de representantes de ONGs que defendem a liberdade de expressão, como a Espaço Público.
Crédito:Reprodução Manifestantes pedem ao governo divisas para importação de papel-jornal
Segundo a AFP, os cartazes se espalharam com mensagens exigindo divisas para importar o papel que abastece cerca de 136 jornais no país. Em meio a uma forte queda das reservas em divisas, o governo freia a entrega dólares e os jornais precisam de aval para importar papel.
"Sem papel, não há emprego! Liberdade de expressão!", gritavam os funcionários, que conseguiram chegar ao local apesar da ação da Polícia Nacional alterar a rota original. "Não nos tirarão o direito de protestar", diziam.
"Isso é uma desculpa econômica para limitar a liberdade de expressão e agora estamos defendendo nosso direito ao trabalho, são 10.000 postos de trabalho direto em jogo", enfatizou a jornalista Sharay Angulo, do jornal Últimas Noticias , de maior circulação no país.
O protesto contou com a participação de sindicatos de imprensa e dirigentes opositores como a deputada María Corina Machado e o prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, além de representantes de ONGs que defendem a liberdade de expressão, como a Espaço Público.





