Duas jornalistas são encontradas mortas na Cidade do México
Duas jornalistas mexicanas foram encontradas mortas na última quinta-feira (1), na Cidade do México, informa a AFP. Ana María Marcela Yarce
Atualizado em 02/09/2011 às 09:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Duas jornalistas mexicanas foram encontradas mortas na última quinta-feira (1), na Cidade do México, informa a Ana María Marcela Yarce trabalhava na revista Contralínea como repórter e relações públicas, e Rocío González era ex-repórter da Televisa.
Os corpos foram encontrados em um parque de Iztapalapa, subúrbio da capital do México. Não se sabe a motivação dos assassinatos e nem se estão relacionados com a profissão.
Segundo Miguel Badillo, diretor da revista Contralínea , Ana Maria e Rocío foram brutalmente assassinadas, encontradas com os pés e as mãos amarrados, com marcas de asfixia. "Desapareceram na noite passada (31), quando saíram do escritório às dez da noite, e não soubemos de mais nada até esta terrível notícia", revelou.
O anúncio da morte das jornalistas foi feito pelo site da revista, que clamou às autoridades para que investiguem o caso. "Exigimos o esclarecimento destes lamentáveis fatos. Nos unimos à dor que embarga familiares e amigos das duas jornalistas, e reivindicamos justiça", concluiu a publicação.
A revista Contralínea atua há nove anos na área investigativa e nos últimos tempos publicou reportagens sobre casos de corrupção no país. A equipe da redação já havia recebido ameaças e sofrido assalto de material jornalístico e contábil.
Desde o início do ano, seis jornalistas foram mortos no México, tornando o país o mais perigoso para o exercício do jornalismo.
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Os corpos foram encontrados em um parque de Iztapalapa, subúrbio da capital do México. Não se sabe a motivação dos assassinatos e nem se estão relacionados com a profissão.
Segundo Miguel Badillo, diretor da revista Contralínea , Ana Maria e Rocío foram brutalmente assassinadas, encontradas com os pés e as mãos amarrados, com marcas de asfixia. "Desapareceram na noite passada (31), quando saíram do escritório às dez da noite, e não soubemos de mais nada até esta terrível notícia", revelou.
O anúncio da morte das jornalistas foi feito pelo site da revista, que clamou às autoridades para que investiguem o caso. "Exigimos o esclarecimento destes lamentáveis fatos. Nos unimos à dor que embarga familiares e amigos das duas jornalistas, e reivindicamos justiça", concluiu a publicação.
A revista Contralínea atua há nove anos na área investigativa e nos últimos tempos publicou reportagens sobre casos de corrupção no país. A equipe da redação já havia recebido ameaças e sofrido assalto de material jornalístico e contábil.
Desde o início do ano, seis jornalistas foram mortos no México, tornando o país o mais perigoso para o exercício do jornalismo.
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