Dono de revista evangélica acusado de extorsão presta novo depoimento no MS
O empresário Luciano Pageu, proprietário da revista evangélica Altar, alegou que foi "induzido" a pegar o montante
Atualizado em 24/04/2015 às 13:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O empresário Luciano Pageu, proprietário da revista evangélica Altar , alegou que foi "induzido" a pegar o montante de R$ 15 mil, oferecido pelo vereador Alceu Bueno (PSL-MS), para evitar a divulgação de um suposto envolvimento sexual dele e de outros políticos com adolescentes.
De acordo com o Jornal Midiamax , ele prestou depoimento à Delegacia Especializada de Proteção a Criança e ao Adolescente (Depca) em Campo Grande (MS), na última quinta-feira (24/4). “O meu cliente pegou o envelope sem saber o conteúdo”, reforçou o advogado dele, Antonio Cesar Genuíno.
"O encontro entre eles foi marcado no estacionamento e durante a conversa, Alceu pediu que ele pegasse um envelope que estava no banco de trás, sem citar o que tinha dentro, no momento em que ele o fez, os policiais apareceram e o prenderam”, disse.
Segundo o defensor, Pageu queria alertar o vereador da possível extorsão que poderia ocorrer por parte de um funcionário da publicação, identificado como Fabiano, que teria material parlamentar com adolescentes.
Genuíno disse que pediu a liberdade provisória de Pageu, detido desde o dia 16, e aguarda decisão do Judiciário. O titular da Depca, Paulo Sérgio Lauretto, informou que pretende concluir o inquérito policial e entregar à Justiça nesta sexta-feira (24/4).
De acordo com o Jornal Midiamax , ele prestou depoimento à Delegacia Especializada de Proteção a Criança e ao Adolescente (Depca) em Campo Grande (MS), na última quinta-feira (24/4). “O meu cliente pegou o envelope sem saber o conteúdo”, reforçou o advogado dele, Antonio Cesar Genuíno.
"O encontro entre eles foi marcado no estacionamento e durante a conversa, Alceu pediu que ele pegasse um envelope que estava no banco de trás, sem citar o que tinha dentro, no momento em que ele o fez, os policiais apareceram e o prenderam”, disse.
Segundo o defensor, Pageu queria alertar o vereador da possível extorsão que poderia ocorrer por parte de um funcionário da publicação, identificado como Fabiano, que teria material parlamentar com adolescentes.
Genuíno disse que pediu a liberdade provisória de Pageu, detido desde o dia 16, e aguarda decisão do Judiciário. O titular da Depca, Paulo Sérgio Lauretto, informou que pretende concluir o inquérito policial e entregar à Justiça nesta sexta-feira (24/4).





