Dono de jornal do Rio de Janeiro é condenado a 17 anos de prisão por fraude
O empresário Alberto Ahmed, dono do jornal O Povo do Rio, acusado de publicar falsas edições com editais de licitações com serviços e materiais da prefeitura de Mangaratiba (RJ), foi condenado a 17 anos de prisão e a pagar 800 salários mínimos por multa.
Atualizado em 16/06/2016 às 14:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
do jornal , acusado de publicar falsas edições com editais de licitações com serviços e materiais da prefeitura de Mangaratiba (RJ), foi condenado a 17 anos de prisão e a pagar 800 salários mínimos por multa.
Crédito:Reprodução/YouTube Alberto Ahmed publicava falsas edições com editais de licitações
De acordo com o jornal O Globo , o ex-prefeito da cidade, Evandro Bertino Jorge, conhecido como Evandro Capixaba, acusado de articular e participar de fraudes no município da Costa Verde (RJ), foi condenado a 52 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, e ao pagamento de 340 salários mínimos de multa. O esquema teria desviado cerca de R$ 10 milhões. Além do empresário e do ex-prefeito, o ex-secretário de Comunicação Social da cidade, Roberto Pinto dos Santos, teve a pena fixada em 17 anos de prisão e 160 salários mínimos de multa. Outras 16 pessoas também foram condenadas. Além deles, 19 tiveram as penas convertidas em prestação de serviços, que devem ser cumpridas em unidades da rede estadual de saúde. A ação foi movida pelo Ministério Público Estadual (MP-RJ). O órgão informou que os condenados são acusados de fraudar licitações, falsificar documentos e coagir testemunhas, incluindo profissionais de imprensa.
Testemunhas da investigação relataram que o grupo envolvido no suposto esquema de fraude em licitações do município planejou o assassinato de um jornalista que apurava as denúncias e do vice-prefeito, Ruy Tavares Quintanilha, do mesmo partido.
Crédito:Reprodução/YouTube Alberto Ahmed publicava falsas edições com editais de licitações
De acordo com o jornal O Globo , o ex-prefeito da cidade, Evandro Bertino Jorge, conhecido como Evandro Capixaba, acusado de articular e participar de fraudes no município da Costa Verde (RJ), foi condenado a 52 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, e ao pagamento de 340 salários mínimos de multa. O esquema teria desviado cerca de R$ 10 milhões. Além do empresário e do ex-prefeito, o ex-secretário de Comunicação Social da cidade, Roberto Pinto dos Santos, teve a pena fixada em 17 anos de prisão e 160 salários mínimos de multa. Outras 16 pessoas também foram condenadas. Além deles, 19 tiveram as penas convertidas em prestação de serviços, que devem ser cumpridas em unidades da rede estadual de saúde. A ação foi movida pelo Ministério Público Estadual (MP-RJ). O órgão informou que os condenados são acusados de fraudar licitações, falsificar documentos e coagir testemunhas, incluindo profissionais de imprensa.
Testemunhas da investigação relataram que o grupo envolvido no suposto esquema de fraude em licitações do município planejou o assassinato de um jornalista que apurava as denúncias e do vice-prefeito, Ruy Tavares Quintanilha, do mesmo partido.





