Dono de carro incendiado na Alerj terá prejuízo coberto por radialista
Durante protesto contra o aumento da tarifa de transporte público, no Rio de Janeiro, o carro do operador de áudio Fabrício Ferreira (41), um Ford Versailles ano 93, foi incendiado nas proximidades da Assembleia Legislativa (Alerj) por manifestantes.
Atualizado em 19/06/2013 às 09:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Além do automóvel, avaliado em R$ 5 mil, havia roupas vendidas por sua esposa no porta-malas, totalizando o prejuízo em R$ 6,5 mil. Ao vivo, o deputado estadual e comunicador da Rádio Tupi, Pedro Augusto (PMDB), anunciou em seu programa que cobrirá os prejuízos do operador. A entrega do carro deverá ser realizada até o fim desta semana.
Segundo O Globo , Ferreira disse que viu toda a cena de violência da janela da rádio onde trabalha à noite, localizada no 34º andar da Rua da Assembleia 10. Há uma semana ele deixava o Versailles parado na vizinhança da Alerj.
“Eu estava trabalhando e comecei a ouvir as explosões. No 34º andar, tem um janelão que dá para ver tudo. Quando olhei, estavam circulando em volta do carro, e comecei a torcer para não acontecer nada. Pensei em descer, mas achei que seria pior. Aí, fiquei assistindo. Eles viraram o carro de ponta cabeça e depois incendiaram”, disse Fabrício. A mulher do operador de áudio viu o carro sendo destruído ao vivo, pela TV.
“Minha mulher estava vendo pela televisão e identificou o carro pela TV. Ela sabia que eu estava ali e me ligou. É a parte ruim disso tudo, porque ela estava chorando, e minha filha também. A família sabe a dificuldade da gente para conseguir as coisas. Mas, mesmo na hora do desespero, tem que procurar palavras para confortar quem está em casa. Deve ser chocante ver pela televisão ver algo seu sendo destruído", afirmou o operador de áudio, que, agora, depende de transporte público para ir trabalhar.
Amigos e colegas de profissão se mobilizaram para levar Ferreira, o “Fafê”, ao programa do apresentador Luciano Huck, na TV Globo, e para comprar outro carro.
“Esse é o lado bom da história, porque a gente vê que os amigos realmente se importam. Não imaginava que era tão querido dentro da empresa e até fora”, contou o operador, que é favor da manifestação. “Acho que tem que reivindicar, o povo tem que ir para rua mesmo”, acrescentou.
Ferreira, no entanto, gostaria de ver os responsáveis pela depredação presos e critica a ausência do Batalhão de Choque no momento da confusão.
Segundo O Globo , Ferreira disse que viu toda a cena de violência da janela da rádio onde trabalha à noite, localizada no 34º andar da Rua da Assembleia 10. Há uma semana ele deixava o Versailles parado na vizinhança da Alerj.
“Eu estava trabalhando e comecei a ouvir as explosões. No 34º andar, tem um janelão que dá para ver tudo. Quando olhei, estavam circulando em volta do carro, e comecei a torcer para não acontecer nada. Pensei em descer, mas achei que seria pior. Aí, fiquei assistindo. Eles viraram o carro de ponta cabeça e depois incendiaram”, disse Fabrício. A mulher do operador de áudio viu o carro sendo destruído ao vivo, pela TV.
“Minha mulher estava vendo pela televisão e identificou o carro pela TV. Ela sabia que eu estava ali e me ligou. É a parte ruim disso tudo, porque ela estava chorando, e minha filha também. A família sabe a dificuldade da gente para conseguir as coisas. Mas, mesmo na hora do desespero, tem que procurar palavras para confortar quem está em casa. Deve ser chocante ver pela televisão ver algo seu sendo destruído", afirmou o operador de áudio, que, agora, depende de transporte público para ir trabalhar.
Amigos e colegas de profissão se mobilizaram para levar Ferreira, o “Fafê”, ao programa do apresentador Luciano Huck, na TV Globo, e para comprar outro carro.
“Esse é o lado bom da história, porque a gente vê que os amigos realmente se importam. Não imaginava que era tão querido dentro da empresa e até fora”, contou o operador, que é favor da manifestação. “Acho que tem que reivindicar, o povo tem que ir para rua mesmo”, acrescentou.
Ferreira, no entanto, gostaria de ver os responsáveis pela depredação presos e critica a ausência do Batalhão de Choque no momento da confusão.





