Domingos Meirelles vai a campo nas próximas matérias do “Repórter Record Investigação”
Domingos Meirelles apresenta novo programa jornalístico “Repórter Record Investigação”.
Atualizado em 07/05/2014 às 15:05, por
Danúbia Paraizo.
Prestes a completar 50 anos de carreira, o jornalista Domingos Meirelles promete arregaçar as mangas e ir a campo nas próximas reportagens do “Repórter Record Investigação”. Ele que é conhecido dos tempos em que apresentou o “Globo Repórter” e “Linha Direta”, na TV Globo, disse em entrevista à IMPRENSA que participará ativamente de algumas investigações de seu programa.
“Dependendo das histórias, vou a campo sim. Mesmo porque devo ficar responsável pelo off das reportagens. É claro que não posso estar em todos os lugares, precisamos também de uma boa frente, então, entro aqui, ali, e faço as cabeças”.
Crédito:Divulgação Domingos Meirelles é apresentador do "Repórter Record Investigação" Há duas semanas no ar, a atração registrou em sua estreia 9 pontos, e no segundo programa, 7 pontos, o que representa um crescimento de 75% na audiência da Record às segundas-feiras, no horário das 22h34 às 23h35. “É um programa que está tentando adquirir um formato próprio. Estamos engatinhando, mas já temos um belo estúdio extremamente sofisticado, com cinco câmeras. Sem falar na nossa equipe, formada por 30 pessoas, entre produtores, repórteres e editores”.
A equipe é responsável também pela produção do “Câmera Record” e pela reportagem da semana do “Domingo Espetacular. Segundo Meirelles, a ideia é que, aos poucos, a atração desenvolva um modelo de estrutura narrativa próprio e que as pautas sejam mais definidas para o público. “O programa não é uma coisa sensacionalista, mas se propõe a ajudar o telespectador a entender o mundo em que vive. Não é a violência pela violência. A televisão tem esse papel, que é também o de todo o jornalista”.
Para cumprir essa proposta, o “Repórter Record Investigação” trouxe em sua estreia uma reportagem exclusiva sobre a disputa de gangues em El Salvador, o segundo país mais violento do mundo. O segundo programa trouxe como tema a violência doméstica, abordando alguns casos passionais que culminaram na morte de quatro mulheres.
Segundo Meirelles, a ideia é que os telespectadores se tornem fontes fieis do programa, denunciando casos e sugerindo histórias, como ocorria no “Linha Direta”. “Quando o R7 anunciou minha contratação, a quantidade de pessoas que acessou o portal dando sugestões foi fantástica. Dali, encontrei duas grandes matérias que estão em fase de avaliação de custos. De diversas pessoas que se manifestaram pela minha vinda, muitas sugeriram questões pertinentes”.
“Dependendo das histórias, vou a campo sim. Mesmo porque devo ficar responsável pelo off das reportagens. É claro que não posso estar em todos os lugares, precisamos também de uma boa frente, então, entro aqui, ali, e faço as cabeças”.
Crédito:Divulgação Domingos Meirelles é apresentador do "Repórter Record Investigação" Há duas semanas no ar, a atração registrou em sua estreia 9 pontos, e no segundo programa, 7 pontos, o que representa um crescimento de 75% na audiência da Record às segundas-feiras, no horário das 22h34 às 23h35. “É um programa que está tentando adquirir um formato próprio. Estamos engatinhando, mas já temos um belo estúdio extremamente sofisticado, com cinco câmeras. Sem falar na nossa equipe, formada por 30 pessoas, entre produtores, repórteres e editores”.
A equipe é responsável também pela produção do “Câmera Record” e pela reportagem da semana do “Domingo Espetacular. Segundo Meirelles, a ideia é que, aos poucos, a atração desenvolva um modelo de estrutura narrativa próprio e que as pautas sejam mais definidas para o público. “O programa não é uma coisa sensacionalista, mas se propõe a ajudar o telespectador a entender o mundo em que vive. Não é a violência pela violência. A televisão tem esse papel, que é também o de todo o jornalista”.
Para cumprir essa proposta, o “Repórter Record Investigação” trouxe em sua estreia uma reportagem exclusiva sobre a disputa de gangues em El Salvador, o segundo país mais violento do mundo. O segundo programa trouxe como tema a violência doméstica, abordando alguns casos passionais que culminaram na morte de quatro mulheres.
Segundo Meirelles, a ideia é que os telespectadores se tornem fontes fieis do programa, denunciando casos e sugerindo histórias, como ocorria no “Linha Direta”. “Quando o R7 anunciou minha contratação, a quantidade de pessoas que acessou o portal dando sugestões foi fantástica. Dali, encontrei duas grandes matérias que estão em fase de avaliação de custos. De diversas pessoas que se manifestaram pela minha vinda, muitas sugeriram questões pertinentes”.





