Dois jornalistas suecos acusados de ligação com grupo rebelde são condenados por Corte
Uma Corte etíope condenou, por unanimidade, dois jornalistas suecos acusados de entrarem ilegalmente no país e de terem conexões com o gruporebelde de oposição ao governo, Frente de Libertação Nacional de Ogaden (ONLF), informa o site da .
Atualizado em 21/12/2011 às 11:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Eles podem pegar até 15 anos de prisão quando a sentença for anunciada, em 27 de dezembro.
O repórter Martin Schibbye e o fotógrafo Johan Persson entraram na Etiópia pela Somália e foram presos no dia 1 julho, durante um confronto entre as forças do governo e da ONLF.
Eles são acusados de colaborarem com os rebeldes e estarem associados ao “terrorismo”. Os jornalistas admitiram ter mantido contado com membros da ONLF, mas negaram ter recebido treinamento com armas. O advogado da dupla, Thomas Olsson, espera que as acusações de “associação ao terrorismo” sejam abandonadas e que a Corte contente-se em deportá-los por “entrada ilegal” no país.
O primeiro-ministro sueco, Fredrik Reinfeldt, afirmou que acionará, imediatamente, as autoridades etíopes para que intercedam na decisão. “Nosso ponto de partida é, e continua sendo, que eles estavam no país em uma missão jornalística. Eles devem ser libertados o mais rápido possível para que possam se reunir com suas famílias na Suécia”, disse.
Para Ulrika Knutson, membro do Clube Nacional de Imprensa da Suécia (Sweden's National Press Club), a decisão foi uma “catástrofe humana, política e jornalística”.
Leia mais
-

O repórter Martin Schibbye e o fotógrafo Johan Persson entraram na Etiópia pela Somália e foram presos no dia 1 julho, durante um confronto entre as forças do governo e da ONLF.
Eles são acusados de colaborarem com os rebeldes e estarem associados ao “terrorismo”. Os jornalistas admitiram ter mantido contado com membros da ONLF, mas negaram ter recebido treinamento com armas. O advogado da dupla, Thomas Olsson, espera que as acusações de “associação ao terrorismo” sejam abandonadas e que a Corte contente-se em deportá-los por “entrada ilegal” no país.
O primeiro-ministro sueco, Fredrik Reinfeldt, afirmou que acionará, imediatamente, as autoridades etíopes para que intercedam na decisão. “Nosso ponto de partida é, e continua sendo, que eles estavam no país em uma missão jornalística. Eles devem ser libertados o mais rápido possível para que possam se reunir com suas famílias na Suécia”, disse.
Para Ulrika Knutson, membro do Clube Nacional de Imprensa da Suécia (Sweden's National Press Club), a decisão foi uma “catástrofe humana, política e jornalística”.
Leia mais
-






