Dois jornalistas presos em Cuba são libertados
Dois jornalistas presos em Cuba são libertados
Atualizado em 19/02/2008 às 14:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
As autoridades cubanas libertaram na última sexta-feira (15), os jornalistas José Gabriel Ramón Castillo e Alejandro González Raga. Eles faziam parte de um grupo de quatro prisioneiros libertados por motivos de saúde e autorizados a exilarem-se na Espanha.
O gesto do governo cubano ocorre uma semana antes da nomeação do novo Conselho de Estado, onde Raúl Castro deverá ser confirmado como presidente, após a renúncia do seu irmão Fidel.
Ramón Castillo era diretor da agência de notícias Instituto Cultura y Democracia Press em Santiago de Cuba, e González Raga era jornalista freelance na província de Camagüey. Presos em março de 2003, receberam, respectivamente, sentenças de 20 e 14 anos de prisão por atuarem contra "a independência do Estado cubano ou a integridade do seu território".
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) e o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) saudaram a libertação dos dois, mas revelaram muita preocupação com os 22 jornalistas que continuam presos em Cuba, a maioria desde a "Primavera Negra", em março de 2003.
O ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol, Miguel Moratinos, declarou que outros três dissidentes - todos jornalistas cujas famílias estão exiladas nos Estados Unidos - serão libertados em breve por motivos humanitários, e vão abandonar Cuba.
Com informações do site do Sindicato dos Jornalistas de Portugal.

O gesto do governo cubano ocorre uma semana antes da nomeação do novo Conselho de Estado, onde Raúl Castro deverá ser confirmado como presidente, após a renúncia do seu irmão Fidel.
Ramón Castillo era diretor da agência de notícias Instituto Cultura y Democracia Press em Santiago de Cuba, e González Raga era jornalista freelance na província de Camagüey. Presos em março de 2003, receberam, respectivamente, sentenças de 20 e 14 anos de prisão por atuarem contra "a independência do Estado cubano ou a integridade do seu território".
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) e o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) saudaram a libertação dos dois, mas revelaram muita preocupação com os 22 jornalistas que continuam presos em Cuba, a maioria desde a "Primavera Negra", em março de 2003.
O ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol, Miguel Moratinos, declarou que outros três dissidentes - todos jornalistas cujas famílias estão exiladas nos Estados Unidos - serão libertados em breve por motivos humanitários, e vão abandonar Cuba.
Com informações do site do Sindicato dos Jornalistas de Portugal.






