Documentos revelam que EUA criou rede social em Cuba para estimular dissidência
Documentos divulgados nesta quinta-feira (3/4) pela Associated Press confirmam que uma agência do governo norte-americano criou uma rede social semelhante ao Twitter em Cuba.
Atualizado em 03/04/2014 às 19:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O objetivo da plataforma era que servisse para a organização de protestos pela "transição para a mundança democrática" no país.
De acordo com O Globo , a Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (Usaid, na sigla em inglês) criou em 2009 o ZunZuneo, serviço de troca de mensagens e microblogs semelhante ao Twitter e o Whatsapp, exclusivamente para cubanos. A rede coletaria dados pessoais sobre os usuários para identificar tendências políticas e receptividade a um movimento reacionário no país.
Os documentos obtidos pela agência Associated Press mostram que todo um esquema publicitário de fachada foi concebido para a "invenção" do ZunZuneo. A Usaid negou a natureza ilegal do projeto e afirmou apenas que "não participa de ações secretas que podem comprometer sua missão de ajudar populações pobres e vulneráveis no mundo".
Não está claro se o projeto é legal sob as leis americanas, já que exigiria uma aprovação por escrito do presidente Barack Obama e do Congresso. Nem o governo dos EUA e nem o de Cuba quiseram comentar oficialmente as denúncias.
De acordo com O Globo , a Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (Usaid, na sigla em inglês) criou em 2009 o ZunZuneo, serviço de troca de mensagens e microblogs semelhante ao Twitter e o Whatsapp, exclusivamente para cubanos. A rede coletaria dados pessoais sobre os usuários para identificar tendências políticas e receptividade a um movimento reacionário no país.
Os documentos obtidos pela agência Associated Press mostram que todo um esquema publicitário de fachada foi concebido para a "invenção" do ZunZuneo. A Usaid negou a natureza ilegal do projeto e afirmou apenas que "não participa de ações secretas que podem comprometer sua missão de ajudar populações pobres e vulneráveis no mundo".
Não está claro se o projeto é legal sob as leis americanas, já que exigiria uma aprovação por escrito do presidente Barack Obama e do Congresso. Nem o governo dos EUA e nem o de Cuba quiseram comentar oficialmente as denúncias.





