Documento do Planalto admite "comunicação errática" e defende publicidade oficial
Análise interna da Secom traça erros na estratégia do governo após reeleição
Atualizado em 18/03/2015 às 09:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um reservado do Palácio do Planalto, divulgado pelos jornais O Estado e Folha de S.Paulo na última terça-feira (17/3), assume que o governo tem adotado uma comunicação "errática" desde a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) e que seus apoiadores estão levando uma "goleada" da oposição nas redes sociais.
Crédito:Agência Brasil Governo avalia mudança na comunicação da presidente com o povo
De autoria da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, o texto diz que os "eleitores de Dilma e Lula estão acomodados brigando com o celular na mão, enquanto a oposição bate panela, distribui mensagens pelo Whatsapp e veste camisa verde-amarela". Diz ainda que "dá para recuperar as redes, mas é preciso, antes, recuperar as ruas".
Segundo a Folha , o documento é de responsabilidade do ministro Thomas Traumann e chegou à imprensa junto à nova ofensiva de setores do PT para gerenciar diretamente a comunicação oficial do Planalto, em especial, a distribuição de verbas públicas para bancar a publicidade oficial.
Uma proposta da sigla é transferir para o Ministério das Comunicações o controle da publicidade do governo. O arquivo, que integra o trabalho de análise elaborado semanalmente pela Secom, é dividido em três tópicos: onde estamos, como chegamos até aqui e como virar o jogo?
O texto afirma que não será fácil reverte a situação, entretanto aponta que "a entrevista presidencial deste dia 16 foi um excelente início" ao considerar que que Dilma falou "com firmeza sobre seu compromisso com a democracia", explicou de "forma fácil a necessidade do ajuste fiscal" e assumiu "falhas como a da condução do Fies". Também ressalta que a "presidente deu um rumo novo na comunicação do governo", mas "não pode parar".
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Crédito:Agência Brasil Governo avalia mudança na comunicação da presidente com o povo
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Segundo a Folha , o documento é de responsabilidade do ministro Thomas Traumann e chegou à imprensa junto à nova ofensiva de setores do PT para gerenciar diretamente a comunicação oficial do Planalto, em especial, a distribuição de verbas públicas para bancar a publicidade oficial.
Uma proposta da sigla é transferir para o Ministério das Comunicações o controle da publicidade do governo. O arquivo, que integra o trabalho de análise elaborado semanalmente pela Secom, é dividido em três tópicos: onde estamos, como chegamos até aqui e como virar o jogo?
O texto afirma que não será fácil reverte a situação, entretanto aponta que "a entrevista presidencial deste dia 16 foi um excelente início" ao considerar que que Dilma falou "com firmeza sobre seu compromisso com a democracia", explicou de "forma fácil a necessidade do ajuste fiscal" e assumiu "falhas como a da condução do Fies". Também ressalta que a "presidente deu um rumo novo na comunicação do governo", mas "não pode parar".
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