Docente americano afirma que papel da mídia social na Primavera Árabe foi "superestimado"
Atualizado em 25/11/2011 às 14:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O uso das redes sociais foi fundamental para a queda dos governos regidos por autoritarismo e ditadura no mundo árabe. Mas, para o professor do Centro de Comunicação e Engajamento Civil da Universidade de Washington, Muzammil M. Hussain, o papel da mídia social foi "superestimado".
Hussain acredita que se as "grandes emissoras" da mídia tradicional não tivessem repercutido os protestos e a mobilização na internet, o resultado não seria o mesmo. "As organizações de mídia tradicionais fazem parte dessa nova ecologia da informação. As emissoras têm um papel importante para dar voz ao movimento das ruas", afirmou.
Mas o professor concorda que as mídias sociais têm sido "fundamentais para tais mudanças". "Ao contornar as restrições de organização política e social no mundo real em regimes autoritários, as mídias sociais fizeram com que as pessoas nesses países se sentissem fortes e poderosas para promover mudanças no mundo real".
Para Hussain, que é norte-americano de origem indiana, "o Facebook e o Twitter podem ajudar a derrubar governos, mas vai precisar de muito mais para construir democracia nos países árabes". As informações são da .
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Hussain acredita que se as "grandes emissoras" da mídia tradicional não tivessem repercutido os protestos e a mobilização na internet, o resultado não seria o mesmo. "As organizações de mídia tradicionais fazem parte dessa nova ecologia da informação. As emissoras têm um papel importante para dar voz ao movimento das ruas", afirmou.
Mas o professor concorda que as mídias sociais têm sido "fundamentais para tais mudanças". "Ao contornar as restrições de organização política e social no mundo real em regimes autoritários, as mídias sociais fizeram com que as pessoas nesses países se sentissem fortes e poderosas para promover mudanças no mundo real".
Para Hussain, que é norte-americano de origem indiana, "o Facebook e o Twitter podem ajudar a derrubar governos, mas vai precisar de muito mais para construir democracia nos países árabes". As informações são da .
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