Diretora da Unesco condena assassinato de jornalista no México
A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Irina Bokova, condenou na última terça-feira (12/5) o assassinato do mexicano Armando Morales Saldaña.
Atualizado em 13/05/2015 às 16:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
O profissional foi encontrado morto no último dia 4 de maio na região de Oaxaca, ao sul do México.
Crédito:Reprodução Saldaña foi encontrado morto em Oaxaca, ao sul no México Segundo o Economía Hoy , no comunicado a entidade cobra investigação das autoridades mexicanas. Bokova salientou a necessidade de acabar com a impunidades de crimes contra jornalistas no país.
"Os crimes contra jornalistas afetam toda a sociedade e limitam nossa capacidade de tomar decisões críticas. Portanto, é preciso que estes crimes não fiquem impunes", disse a diretora.
Em nota, a Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) ressaltou as dificuldades do trabalho jornalístico no país e que a violência contra os jornalistas no México têm sido motivo de preocupação para a profissão. "Pedimos às autoridades que investiguem de forma exaustiva as hipóteses sobre os ataques estarem relacionado com o exercício da profissão jornalística".
Crédito:Reprodução Saldaña foi encontrado morto em Oaxaca, ao sul no México Segundo o Economía Hoy , no comunicado a entidade cobra investigação das autoridades mexicanas. Bokova salientou a necessidade de acabar com a impunidades de crimes contra jornalistas no país.
"Os crimes contra jornalistas afetam toda a sociedade e limitam nossa capacidade de tomar decisões críticas. Portanto, é preciso que estes crimes não fiquem impunes", disse a diretora.
Em nota, a Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) ressaltou as dificuldades do trabalho jornalístico no país e que a violência contra os jornalistas no México têm sido motivo de preocupação para a profissão. "Pedimos às autoridades que investiguem de forma exaustiva as hipóteses sobre os ataques estarem relacionado com o exercício da profissão jornalística".
Saldaña foi encontrado morto no último dia 4 de maio com sinais de tortura pelo corpo. Além dele, o caso do repórter Bernardo Javier Cano Torres, desaparecido desde a última quinta-feira (7/5) segue reforçando a falta de impunidade no país.





