Diretor-geral da Borghi/Lowe de Brasília é detido em nova fase da Operação Lava Jato
O diretor-geral do escritório da agência Borghi/Lowe de Brasília (DF), Ricardo Hoffmann, foi detido nesta sexta-feira (10/4) pela Polícia Federal em nova fase da Operação Lava Jato, que investiga esquemas de corrupção na Petrobras.
Atualizado em 10/04/2015 às 12:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
agência Borghi/Lowe de Brasília (DF), Ricardo Hoffmann, foi detido nesta sexta-feira (10/4) pela Polícia Federal em nova fase da Operação Lava Jato, que investiga esquemas de corrupção na Petrobras. Foi determinada a detenção temporária de cinco dias do publicitário.
Crédito:Reprodução/Facebook Ricardo Hoffmann é um dos investigados da Operação Lava Jato
De acordo com o Meio&Mensagem , a suspeita é que a Borghi/Lowe tenha pago propina ao ex-deputado federal pelo PT, André Vargas, e ao irmão dele, Leon Vargas. A empresa foi mencionada no despacho do juiz Sergio Moro, que conduz as investigações.
Segundo ele, “os fatos caracterizam, em princípio, crimes de corrupção, com comissões devidas à Borghi/Lowe, agência de publicidade contratada por entidades públicas, sendo direcionadas como propinas e sem causa lícita a André Vargas e aos irmãos deste por intermédio de estratagema fraudulento”. No total, foram expedidos sete mandados de prisão. Também foram presos, além dos irmãos Vargas e Hofmann, Luiz Argôlo (Solidariedade-BA), Pedro Corrêa (PP-PE), e Ivan Torres (ligado a Corrêa).
O despacho também cita fornecedores da Borghi/Lowe, que administra as contas publicitárias de entidades públicas como a Caixa Econômica Federal e o Ministério da Saúde, teria contratado serviços das empresas E-noise, Luis Portela, Conspiração, Zulu Filmes e Sagaz para a realização de serviços de publicidade para as entidades e as orientado a fazer pagamentos de comissões de bônus de volume nas contas das empresas Limiar e LSI, controladas por André Vargas e seus irmãos.
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Crédito:Reprodução/Facebook Ricardo Hoffmann é um dos investigados da Operação Lava Jato
De acordo com o Meio&Mensagem , a suspeita é que a Borghi/Lowe tenha pago propina ao ex-deputado federal pelo PT, André Vargas, e ao irmão dele, Leon Vargas. A empresa foi mencionada no despacho do juiz Sergio Moro, que conduz as investigações.
Segundo ele, “os fatos caracterizam, em princípio, crimes de corrupção, com comissões devidas à Borghi/Lowe, agência de publicidade contratada por entidades públicas, sendo direcionadas como propinas e sem causa lícita a André Vargas e aos irmãos deste por intermédio de estratagema fraudulento”. No total, foram expedidos sete mandados de prisão. Também foram presos, além dos irmãos Vargas e Hofmann, Luiz Argôlo (Solidariedade-BA), Pedro Corrêa (PP-PE), e Ivan Torres (ligado a Corrêa).
O despacho também cita fornecedores da Borghi/Lowe, que administra as contas publicitárias de entidades públicas como a Caixa Econômica Federal e o Ministério da Saúde, teria contratado serviços das empresas E-noise, Luis Portela, Conspiração, Zulu Filmes e Sagaz para a realização de serviços de publicidade para as entidades e as orientado a fazer pagamentos de comissões de bônus de volume nas contas das empresas Limiar e LSI, controladas por André Vargas e seus irmãos.
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