Diretor do Wall Street Journal critica cobertura de competidores sobre escândalo de escutas

O diretor-geral do Wall Street Journal (WSJ), Robert Thomson, criticou a cobertura dos jornais concorrentes sobre o escândalo de escutas ilegais do News of The World ( NOTW ), durante um evento anual da Escola de Jornalismo de Columbia, na última quarta-feira (7), noticia o site .

Atualizado em 08/12/2011 às 11:12, por Redação Portal IMPRENSA.

Journal ( WSJ ), Robert Thomson, criticou a cobertura dos jornais concorrentes sobre o escândalo de escutas ilegais do News of The World ( NOTW ), durante um evento anual da Escola de Jornalismo de Columbia, na última quarta-feira (7), noticia o site .
Segundo o site, Thomson não fez referências a nomes, mas desde que os escândalos explodiram, o diretor do WSJ - que também é amigo de Rupert Murdoch, proprietário do jornal em que atua e do NOTW -, criticou a cobertura do The New York Times sobre o caso.
"É justo dizer que 'cobrir' a si próprio nunca é fácil e os jornalistas do WSJ e a Dow Jones foram absolutamente honráveis em cobrir o caso de escutas ilegais de Londres, em que uma série de problemas de ilegalidade e imoralidade foram levantados. Cobrir seus competidores é outro teste fundamental de integridade e, novamente, os profissionais do WSJ e da Dow Jones foram rotineiramente íntegros", disse Thomson, durante o jantar anual da Bagehot-Knight. Ele ressaltou, porém, que a atitude dos competidores não foi tão "virtuosa". "Eles têm uma perspectiva do conflito, apesar de serem absolutamente ambivalentes e conflitantes. Alérgico que sou à 'cultura de premiações', estou pensando em criar uma estatueta imponente e premiar com o 'Prêmio Anual da Perversidade' à organização de mídia que cobriu de forma mais abismável e ambivalente a outra organização. Já tenho uma boa lista de potenciais vencedores este ano".
O reitor da universidade, Bill Grueskin, de Thomson em tempo real durante o evento e publicou o discurso
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