Dilma diz que houve confusão em comentário de que imprensa "não deve investigar"
"A imprensa investiga para informar", acrescentou ela
Atualizado em 22/09/2014 às 09:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
No último domingo (21/9), a presidente Dilma Rousseff disse que houve "confusão" em seu comentário de que não caberia à imprensa investigar, mas somente divulgar informações. A candidata à reeleição destacou que a mídia "pode até fornecer elementos" para investigações.
Crédito:Divulgação Presidente disse que sua fala foi mal interpretada pela mídia
Segundo a Folha de S.Paulo , a presidente alegou que se referia ao processo penal, no qual as provas de uma ação têm de ser apresentadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Dilma lembrou do caso Watergate, escândalo político descoberto na década de 1970 nos Estados Unidos a partir de revelações da imprensa.
"Quem fez a prova foi a investigação oficial. A imprensa investiga, investiga para informar, investiga até para fornecer prova. Não é nem prova, o correto é chamar de indício", acrescentou.
Na última sexta-feira (19/9), a candidata falava da delação premiada do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e declarou não se basear em notícias publicadas na imprensa para afastar suspeitos de atos ilícitos em seu governo.
"Não tenho porque dizer que tem alguém envolvido, porque não reconheço na revista Veja e nem em nenhum órgão de imprensa o status que tem a Polícia Federal, o Ministério Público e o Supremo [Tribunal Federal]. Não é função da imprensa fazer investigação e sim divulgar informações", afirmou na ocasião.
"Vantagem indevida"
Dilma também rebateu a declaração do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Dias Toffoli, em entrevista à revista Época , de que o uso da biblioteca do Palácio da Alvorada para dar entrevistas é uma "vantagem indevida".
A presidente ponderou que se o problema for a biblioteca, ela não mostra o espaço. "Eu só quero lembrar que todos meus antecessores usaram o palácio, até porque caso contrário eu serei uma sem-teto, não terei onde dar entrevista. Não tenho casa, não pode ser no Alvorada. Irei para rua dar entrevista", defendeu.
Crédito:Divulgação Presidente disse que sua fala foi mal interpretada pela mídia
Segundo a Folha de S.Paulo , a presidente alegou que se referia ao processo penal, no qual as provas de uma ação têm de ser apresentadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Dilma lembrou do caso Watergate, escândalo político descoberto na década de 1970 nos Estados Unidos a partir de revelações da imprensa.
"Quem fez a prova foi a investigação oficial. A imprensa investiga, investiga para informar, investiga até para fornecer prova. Não é nem prova, o correto é chamar de indício", acrescentou.
Na última sexta-feira (19/9), a candidata falava da delação premiada do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e declarou não se basear em notícias publicadas na imprensa para afastar suspeitos de atos ilícitos em seu governo.
"Não tenho porque dizer que tem alguém envolvido, porque não reconheço na revista Veja e nem em nenhum órgão de imprensa o status que tem a Polícia Federal, o Ministério Público e o Supremo [Tribunal Federal]. Não é função da imprensa fazer investigação e sim divulgar informações", afirmou na ocasião.
"Vantagem indevida"
Dilma também rebateu a declaração do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Dias Toffoli, em entrevista à revista Época , de que o uso da biblioteca do Palácio da Alvorada para dar entrevistas é uma "vantagem indevida".
A presidente ponderou que se o problema for a biblioteca, ela não mostra o espaço. "Eu só quero lembrar que todos meus antecessores usaram o palácio, até porque caso contrário eu serei uma sem-teto, não terei onde dar entrevista. Não tenho casa, não pode ser no Alvorada. Irei para rua dar entrevista", defendeu.





