Dilma defende plebiscito para reforma política em seu programa de rádio
Na manhã desta segunda-feira (1/7), Dilma Rousseff utilizou seu programa semanal de rádio, o "Café com a presidenta", para reafirm
Atualizado em 01/07/2013 às 15:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na manhã desta segunda-feira (1/7), Dilma Rousseff utilizou seu programa semanal de rádio, o "Café com a presidenta", para reafirmar os pactos apresentados por ela em resposta às manifestações no país.
Crédito:Agência Brasil Presidente usou programa no rádio para defender a reforma política
"Estou apresentando uma proposta ao Congresso Nacional de convocar um plebiscito popular para que os cidadãos opinem sobre os temas mais urgentes que o Legislativo deve discutir em uma reforma política", declarou a presidente.
Segundo a Reuters, Dilma elogiou a aprovação do projeto que torna a corrupção um crime hediondo e disse que "nos próximos dias" serão detalhados os projetos nos quais serão aplicados R$ 50 bilhões para a melhoria dos transportes públicos.
A presidente também afirmou que vai autorizar a vinda de médicos estrangeiros somente para aqueles lugares onde os médicos brasileiros não se candidatarem.
Em poucas semanas de protestos, Dilma perdeu o favoritismo folgado nas eleições do ano que vem, de acordo com pesquisa do Datafolha.
Crédito:Agência Brasil Presidente usou programa no rádio para defender a reforma política
"Estou apresentando uma proposta ao Congresso Nacional de convocar um plebiscito popular para que os cidadãos opinem sobre os temas mais urgentes que o Legislativo deve discutir em uma reforma política", declarou a presidente.
Segundo a Reuters, Dilma elogiou a aprovação do projeto que torna a corrupção um crime hediondo e disse que "nos próximos dias" serão detalhados os projetos nos quais serão aplicados R$ 50 bilhões para a melhoria dos transportes públicos.
A presidente também afirmou que vai autorizar a vinda de médicos estrangeiros somente para aqueles lugares onde os médicos brasileiros não se candidatarem.
Em poucas semanas de protestos, Dilma perdeu o favoritismo folgado nas eleições do ano que vem, de acordo com pesquisa do Datafolha.





