Diário de Marília é vendido e usa "questões políticas" ao demitir funcionários

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Atualizado em 04/01/2012 às 11:01, por Redação Portal IMPRENSA.

O grupo de mídia CMN, que compreende o jornal Diário de Marília , as rádios Diário FM e Dirceu AM, e o site diariodemarilia.com.br demitiu parte dos seus funcionários após ser vendido pelo empresário Carlos Francisco Cardoso para um grupo ligado ao ex-prefeito da cidade, Abelardo Camarinha, de acordo com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP).
Segundo a denúncia feita ao sindicato, a venda ocorreu no último dia 26 de dezembro, e os demitidos foram escolhidos por "questões políticas".
O editor e a colunista do Diário de Marília foram afastados, além do chefe de reportagem e um repórter das rádios Diário FM e Dirceu AM, assim como o gerente de compra do grupo, um auxiliar administrativo, um agenciador de assinaturas, entre outros.
O SJSP divulgou nota, em seu site, repudiando “a decisão da nova direção de efetuar demissões em massa de profissionais supostamente por problemas políticos e espera que prevaleça o bom senso e que estes profissionais sejam readmitidos”.
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