Dia das mães: “É uma experiência que me permite evoluir”, diz Rosana Jatobá
Para celebrar o “Dias das Mães”, IMPRENSA convidou profissionais que contaram as belezas e dificuldades de concilias duas funções que exigem
Atualizado em 09/05/2014 às 18:05, por
Thaís Naldoni, gerente de Jornalismo e Alana Rodrigues e da Reportagem.
Por dedicação integral: mãe e jornalista. Confira a seguir.
Rosana Jatobá, apresentadora Crédito:Arquivo Pessoal Rosana Jatobá e os gêmeos Ser mãe é o melhor papel da minha vida. É uma experiência que me permite evoluir e dar proposito à existência. Pra mim, a maternidade foi um divisor de águas. Eu fui mãe dos gêmeos Lara e Benjamin aos 39 anos, e a partir daquele momento entendi o conceito de plenitude. Se eu soubesse que seria tão maravilhoso, teria começado antes. Não é fácil a maternidade, exige muita dedicação, mas é exatamente esta complexidade que representa a grandeza desta benção. O maior presente neste dia das mães e pra sempre!
Sandra Soares, jornalista É engraçado: minhas amigas que não são jornalistas costumam manifestar inveja da minha rotina profissional, que na visão delas facilita a convivência com os filhos. Explico: como as redações costumam começar a pegar fogo por volta de 10h ou 11h - horário em que a jornada começa -, mamães jornalistas têm, segundo elas, mais tempo nas manhãs para ficar com os pequenos. Em tese: afinal temos hora para entrar mas não temos hora para sair...
E ser jornalista significa de certa forma estar de prontidão 24h por dia. Exercendo o ofício de prestar atenção no mundo. "A questão não são as horas que eu passo no trabalho, mas o tempo que o trabalho passa em mim", eu disse uma vez ao meu marido para justificar uma semana em que andei reclamando muito de cansaço. Como resolver esse problema? Buscando ter muita qualidade onde nem sempre é possível ter quantidade. Fazendo-se presente mesmo que de longe: por telefone, por email... E acordando cedo para aproveitar com as crianças as mini-manhãs.

Rosana Jatobá, apresentadora Crédito:Arquivo Pessoal Rosana Jatobá e os gêmeos Ser mãe é o melhor papel da minha vida. É uma experiência que me permite evoluir e dar proposito à existência. Pra mim, a maternidade foi um divisor de águas. Eu fui mãe dos gêmeos Lara e Benjamin aos 39 anos, e a partir daquele momento entendi o conceito de plenitude. Se eu soubesse que seria tão maravilhoso, teria começado antes. Não é fácil a maternidade, exige muita dedicação, mas é exatamente esta complexidade que representa a grandeza desta benção. O maior presente neste dia das mães e pra sempre!
Sandra Soares, jornalista É engraçado: minhas amigas que não são jornalistas costumam manifestar inveja da minha rotina profissional, que na visão delas facilita a convivência com os filhos. Explico: como as redações costumam começar a pegar fogo por volta de 10h ou 11h - horário em que a jornada começa -, mamães jornalistas têm, segundo elas, mais tempo nas manhãs para ficar com os pequenos. Em tese: afinal temos hora para entrar mas não temos hora para sair...
E ser jornalista significa de certa forma estar de prontidão 24h por dia. Exercendo o ofício de prestar atenção no mundo. "A questão não são as horas que eu passo no trabalho, mas o tempo que o trabalho passa em mim", eu disse uma vez ao meu marido para justificar uma semana em que andei reclamando muito de cansaço. Como resolver esse problema? Buscando ter muita qualidade onde nem sempre é possível ter quantidade. Fazendo-se presente mesmo que de longe: por telefone, por email... E acordando cedo para aproveitar com as crianças as mini-manhãs.






