Dez meses após atentado, "Charlie Hebdo" repagina site e cria seções em inglês
Dez meses após o atentado em sua redação, o semanário satírico francês Charlie Hebdo retornou às suas atividades na última quarta-feira (21/10) com um repaginado e seções traduzidas para o inglês.
Atualizado em 22/10/2015 às 10:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
em sua redação, o semanário satírico francês retornou às suas atividades na última quarta-feira (21/10) com um repaginado e seções traduzidas para o inglês.
Crédito:Reprodução Página da revista volta ao ar após atentado no início do ano
"Todo dia os internautas vão descobrir um texto exclusivo, assinado por um jornalista da redação, assim como uma nova charge", disse a revista em nota enviada à AFP.
A versão, ainda provisória, conta com uma parte em inglês para, segundo os cartunistas, "atingir leitores internacionais e permitir que o maior número possível conheça melhor a Charlie Hebdo ".
"A cada viagem que fazemos para as homenagens, nós nos damos conta de que o público internacional conhece o nome da Charlie Hebdo , mas não sabe o que é", esclareceu o editor-chefe, Gérard Biard.
No fim do mês passado, a equipe da revista deixou a sede do Libération para a nova sede. Os profissionais da publicação foram acolhidos pelo jornal em sinal de solidariedade dois dias depois do ataque de 7 de janeiro que deixou 12 pessoas mortas.
Crédito:Reprodução Página da revista volta ao ar após atentado no início do ano
"Todo dia os internautas vão descobrir um texto exclusivo, assinado por um jornalista da redação, assim como uma nova charge", disse a revista em nota enviada à AFP.
A versão, ainda provisória, conta com uma parte em inglês para, segundo os cartunistas, "atingir leitores internacionais e permitir que o maior número possível conheça melhor a Charlie Hebdo ".
"A cada viagem que fazemos para as homenagens, nós nos damos conta de que o público internacional conhece o nome da Charlie Hebdo , mas não sabe o que é", esclareceu o editor-chefe, Gérard Biard.
No fim do mês passado, a equipe da revista deixou a sede do Libération para a nova sede. Os profissionais da publicação foram acolhidos pelo jornal em sinal de solidariedade dois dias depois do ataque de 7 de janeiro que deixou 12 pessoas mortas.





