Desembargador do Carandiru sugere que imprensa é financiada pelo crime organizado
O desembargador Ivan Sartori, um dos responsáveis pela anulação do júri do massacre do Carandiru, insinuou que a imprensa paulista recebe dinheiro do crime organizado.
Atualizado em 05/10/2016 às 09:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
dos responsáveis pela anulação do júri do massacre do Carandiru, insinuou que a imprensa paulista recebe dinheiro do crime organizado.
Crédito:Reprodução/Facebook Ivan Sartori, um dos responsáveis pela anulação do júri do massacre do Carandiru
A declaração foi feita pelo magistrado em sua página no Facebook. No texto, intitulado , ele diz ainda que ONGs de direitos humanos são financiadas com verbas do crime.
"Diante da cobertura tendenciosa da imprensa sobre o caso Carandiru, fico me perguntando se não há dinheiro do crime organizado financiando parte dela, assim como boa parte das autodenominadas organizações de direitos humanos", escreveu.
Segundo a Folha de S.Paulo , no último dia 27, o Tribunal de Justiça anulou o julgamento que havia condenado 74 policiais militares por participação na ação, conhecida como massacre do Carandiru, que deixou 111 pessoas mortas.
Sartori, que presidiu a sessão, votou pela anulação do júri e pediu a absolvição dos réus, sem a necessidade de um novo júri. Para ele, "não houve massacre no Carandiru, mas sim legítima defesa [por parte dos PMs]".
Crédito:Reprodução/Facebook Ivan Sartori, um dos responsáveis pela anulação do júri do massacre do Carandiru
A declaração foi feita pelo magistrado em sua página no Facebook. No texto, intitulado , ele diz ainda que ONGs de direitos humanos são financiadas com verbas do crime.
"Diante da cobertura tendenciosa da imprensa sobre o caso Carandiru, fico me perguntando se não há dinheiro do crime organizado financiando parte dela, assim como boa parte das autodenominadas organizações de direitos humanos", escreveu.
Segundo a Folha de S.Paulo , no último dia 27, o Tribunal de Justiça anulou o julgamento que havia condenado 74 policiais militares por participação na ação, conhecida como massacre do Carandiru, que deixou 111 pessoas mortas.
Sartori, que presidiu a sessão, votou pela anulação do júri e pediu a absolvição dos réus, sem a necessidade de um novo júri. Para ele, "não houve massacre no Carandiru, mas sim legítima defesa [por parte dos PMs]".





