Delcídio Amaral contesta declarações de jornalista
Assessoria do senador pestista, se defende das acusações do jornalista. Leia mais
Atualizado em 31/05/2011 às 09:05, por
Luiz Gustavo Pacete.
Atualizado às 16:38h
31/05/2011 - A assessoria do senador Delcídio Amaral (PT-MS) representada pelo jornalista José Eduardo Marzagão, contestou na última segunda-feira (30) as dadas pelo jornalista sulmatogrossense Ítalo Milhomem ao Portal IMPRENSA sobre o processo contra ele e o Portal Terra. Na ação, Delcidio pleiteia indenização de R$100 mil em função de dados "inverídicos" publicados em uma
Ítalo afirma que não se pronunciará mais sobre o assunto. O Portal Terra afirmou que ainda não teve acesso aos autos. O Portal IMPRENSA aguarda comentário do Sindicato de Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul sobre o caso.
Confira a réplica da assessoria na íntegra:
Senhor Editor,
Com referência a matéria publicada no Portal Imprensa de 30/05 sob o título "Senador do PT entra com processo contra o Portal Terra" gostaríamos de, a bem da verdade, proceder os seguintes reparos:
1 - Diferentemente do que afirma o senhor Ítalo Milhomem ao Portal Imprensa, jamais o senador Crédito:Arquivo Senado Federal
Na Tribuna o senador do PT-MS Delcidio Amaral Delcídio concedeu a ele nenhuma entrevista, muito menos acerca do assunto objeto da matéria supostamente elaborada por ele. Aliás, se o senador Delcídio cruzar com o senhor Ítalo na rua, certamente nem saberá de quem se trata por não conhecê-lo pessoalmente;
2 - Devaneia o senhor Ítalo Milhomem ao afirmar que a matéria teria sido publicada pelo Portal Terra porque havia "censura e medo por parte dos veículos locais" e que "A matéria está sendo censurada no Mato Grosso do Sul". O assunto "Operação Uragano" foi amplamente difundido, à época, por todos os veículos de comunicação do MS e se não publicaram a versão, repito, supostamente escrita pelo senhor Ítalo, é porque concluíram pela sua inconsistência;
3 - Exatamente pelo inverso desse motivo, ou seja, por desconhecimento dos fatos concretos e apurados pela mídia do MS, o Portal Terra, sem cumprir, pelo menos neste caso, um preceito básico do jornalismo imparcial que seria ouvir o outro lado, acolheu o texto enviado pelo senhor Ítalo Milhomem e o publicou. O contato do senador Delcídio com a editoria do Portal Terra deu-se por iniciativa nossa, após a publicação da matéria, quando solicitamos que nos fosse dado o direito de resposta, o que de fato ocorreu;
4 - Na 2a matéria do senhor Ítalo e também publicada pelo Portal Terra no dia seguinte, novamente o Terra descuidou-se ao não perceber a má fé do senhor Ítalo (ou de quem realmente redigiu a matéria) ao, flagrantemente, distorcer um trecho da nota oficial (que já havia sido publicada) com o claro propósito de provocar reação de quem comandou a aludida operação policial (alertei o repórter do Portal Imprensa sobre isso):
Trecho publicado na nota oficial:
"1 - O inquérito no qual a reportagem do Terra se baseou para escrever a matéria foi conduzido em segredo de Justiça em face da fragilidade das denúncias relacionadas aos parlamentares federais."
Trecho distorcido publicado na 2a matéria dando a entender que a afirmação acima alcançava toda a operação:
"...respondeu à nota do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), que afirmava que as denúncias descobertas na Operação Uragano são frágeis."
Portanto, acreditamos que este senhor está confundindo "liberdade de imprensa" com "irresponsabilidade de alguns da imprensa".
"A mesma democracia que permite que se publique qualquer acusação, ainda que infundada e irresponsável, permite também ao ofendido, amplo direito de defesa utilizando o pleno exercício da cidadania, direito de qualquer cidadão brasileiro, que é o de buscar a Justiça para reparar os danos causados".
O senador Delcídio é, antes de tudo, um cidadão brasileiro.
31/05/2011 - A assessoria do senador Delcídio Amaral (PT-MS) representada pelo jornalista José Eduardo Marzagão, contestou na última segunda-feira (30) as dadas pelo jornalista sulmatogrossense Ítalo Milhomem ao Portal IMPRENSA sobre o processo contra ele e o Portal Terra. Na ação, Delcidio pleiteia indenização de R$100 mil em função de dados "inverídicos" publicados em uma
Ítalo afirma que não se pronunciará mais sobre o assunto. O Portal Terra afirmou que ainda não teve acesso aos autos. O Portal IMPRENSA aguarda comentário do Sindicato de Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul sobre o caso.
Confira a réplica da assessoria na íntegra:
Senhor Editor,
Com referência a matéria publicada no Portal Imprensa de 30/05 sob o título "Senador do PT entra com processo contra o Portal Terra" gostaríamos de, a bem da verdade, proceder os seguintes reparos:
1 - Diferentemente do que afirma o senhor Ítalo Milhomem ao Portal Imprensa, jamais o senador Crédito:Arquivo Senado Federal
Na Tribuna o senador do PT-MS Delcidio Amaral Delcídio concedeu a ele nenhuma entrevista, muito menos acerca do assunto objeto da matéria supostamente elaborada por ele. Aliás, se o senador Delcídio cruzar com o senhor Ítalo na rua, certamente nem saberá de quem se trata por não conhecê-lo pessoalmente; 2 - Devaneia o senhor Ítalo Milhomem ao afirmar que a matéria teria sido publicada pelo Portal Terra porque havia "censura e medo por parte dos veículos locais" e que "A matéria está sendo censurada no Mato Grosso do Sul". O assunto "Operação Uragano" foi amplamente difundido, à época, por todos os veículos de comunicação do MS e se não publicaram a versão, repito, supostamente escrita pelo senhor Ítalo, é porque concluíram pela sua inconsistência;
3 - Exatamente pelo inverso desse motivo, ou seja, por desconhecimento dos fatos concretos e apurados pela mídia do MS, o Portal Terra, sem cumprir, pelo menos neste caso, um preceito básico do jornalismo imparcial que seria ouvir o outro lado, acolheu o texto enviado pelo senhor Ítalo Milhomem e o publicou. O contato do senador Delcídio com a editoria do Portal Terra deu-se por iniciativa nossa, após a publicação da matéria, quando solicitamos que nos fosse dado o direito de resposta, o que de fato ocorreu;
4 - Na 2a matéria do senhor Ítalo e também publicada pelo Portal Terra no dia seguinte, novamente o Terra descuidou-se ao não perceber a má fé do senhor Ítalo (ou de quem realmente redigiu a matéria) ao, flagrantemente, distorcer um trecho da nota oficial (que já havia sido publicada) com o claro propósito de provocar reação de quem comandou a aludida operação policial (alertei o repórter do Portal Imprensa sobre isso):
Trecho publicado na nota oficial:
"1 - O inquérito no qual a reportagem do Terra se baseou para escrever a matéria foi conduzido em segredo de Justiça em face da fragilidade das denúncias relacionadas aos parlamentares federais."
Trecho distorcido publicado na 2a matéria dando a entender que a afirmação acima alcançava toda a operação:
"...respondeu à nota do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), que afirmava que as denúncias descobertas na Operação Uragano são frágeis."
Portanto, acreditamos que este senhor está confundindo "liberdade de imprensa" com "irresponsabilidade de alguns da imprensa".
"A mesma democracia que permite que se publique qualquer acusação, ainda que infundada e irresponsável, permite também ao ofendido, amplo direito de defesa utilizando o pleno exercício da cidadania, direito de qualquer cidadão brasileiro, que é o de buscar a Justiça para reparar os danos causados".
O senador Delcídio é, antes de tudo, um cidadão brasileiro.






