Defensoria pede pressa na investigação sobre morte de jornalista na Colômbia
Órgão pediu à polícia que esclareça se o crime está relacionado com sua profissão.
Atualizado em 26/08/2014 às 18:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última segunda-feira (25/8), a Defensoria Pública da Colômbia pediu à Polícia Metropolitana de Cali que apresse as investigações sobre o assassinato de Luis Eduardo Cardozo. O jornalista de 65 anos foi morto com um golpe na cabeça em circunstâncias ainda não esclarecidas.
Segundo o jornal El Espectador , a polícia chegou a prender um suposto assassino, mas o libertou horas depois por falta de provas. A Defensoria Pública quer esclarecer se a morte do jornalista está relacionada a sua profissão. Em nota, a entidade "reitera seus sentimentos de pesar pela morte deste notável comunicador".
Cardozo, ex-diretor da rádio Todelar, na cidade de Cali, foi encontrado inconsciente em seu apartamento, vítima de um golpe fatal na cabeça, no último domingo (24/8). Horas mais tarde, ele morreu no hospital. O jornalista era vencedor do Prêmio Nacional de Jornalismo Simón Bolívar.
Segundo o jornal El Espectador , a polícia chegou a prender um suposto assassino, mas o libertou horas depois por falta de provas. A Defensoria Pública quer esclarecer se a morte do jornalista está relacionada a sua profissão. Em nota, a entidade "reitera seus sentimentos de pesar pela morte deste notável comunicador".
Cardozo, ex-diretor da rádio Todelar, na cidade de Cali, foi encontrado inconsciente em seu apartamento, vítima de um golpe fatal na cabeça, no último domingo (24/8). Horas mais tarde, ele morreu no hospital. O jornalista era vencedor do Prêmio Nacional de Jornalismo Simón Bolívar.





