De volta à estrada

De volta à estrada

Atualizado em 14/09/2009 às 19:09, por Ana Ignacio e  da equipe de estagiários.

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APÓS SUCESSO COMERCIAL DE "1808", LAURENTINO GOMES PREPARA NOVA OBRA SOBRE A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL E, COM TOM DE HISTORIADOR, FALA SOBRE JORNALISMO, TECNOLOGIA, POLÍTICA E MARKETING

Há 22 anos Laurentino Gomes dava um depoimento à primeira edição de IMPRENSA. Na seção "Coleguinhas", o jornalista paranaense falava sobre as frequentes viagens que tinha de fazer por conta do trabalho como correspondente da Veja. Pouco depois, assumiu a editoria de política do jornal O Estado de S. Paulo e em seguida voltou à Editora Abril como diretor de unidade, onde ficou até ano passado, quando saiu para dedicar-se à carreira de escritor. Gomes permaneceu alguns anos na capital paulista, mas mal teve tempo de desfazer as malas: tanto o trabalho que resultou no best-seller "1808" como o que agora tem com o novo livro, "1822", colocaram-no .

A nova obra conta os bastidores da Independência do Brasil e, para tal, o autor se desloca por lugares como Petrópolis, interior do Piauí, cidade do Porto e arquipélago de Açores. "É uma novidade viajar e ver coisas que eu não conhecia na bibliografia. Aconteceram há 200 anos, mas no lugar ainda tem muita informação para um jornalista - talvez não para um historiador", conta o autor, cujo "1808" permanece há quase dois anos na lista dos mais vendidos. Segue, assim, uma escola de jornalistas que contam a história de forma despojada ou literária, em que já se notabilizaram autores como Ruy Castro, Jorge Caldeira e Fernando Moraes. Em "1822", obra a ser lançada em 2010 pela Ediouro, a fórmula será parecida, com a diferença de o amplo projeto comercial e multimídia ser agora protagonista, e não mais uma consequência das vendas, como no livro anterior.

Leia a entrevista completa na edição 249 de IMPRENSA