De Cuiabá a Valdívia, por José Marques de Melo
Iniciado em 1965, na cidade do Recife, o processo institucionalizador da disciplina de folkcomunicação somente deslanchou em 1998, quando su
Atualizado em 11/06/2015 às 17:06, por
José Marques de Melo.
Crédito:Leo Garbin rgiram demandas da geração pós-beltraniana. Sequiosa de conhecimento e ávida de participação, a nossa vanguarda decidiu criar uma rede nacional de centros de pesquisa.
Esse organismo vem promovendo congressos periódicos com a finalidade de avaliar as conquistas e potencializar os resultados. Neste ano de 2015, ocorre o 17º congresso das entidades e pessoas que estudam, estocam e espalham o saber folkcomunicacional. O evento terá como anfitrião o professor Yuji Gushiken e como sede o campus da Universidade Federal de Mato Grosso, na cidade de Cuiabá, completando o périplo pelo território nacional. Norte e Sul, Nordeste e Sudeste já se encontram cobertos pela Rede Folkcom, justificando-se plenamente a escolha de Cuiabá para sediar o evento deste ano.
Consolidada dentro do nosso país, a disciplina começa a se expandir pelos espaços vizinhos na geopolítica (Cone Sul das Américas) e geocultura (Península Ibérica). Decorridos 50 anos da gênese acadêmica da folkcomunicação, torna-se evidente a demanda pela formação de uma comunidade acadêmica internacional nessa área cognitiva. Os sinais que confirmam essa tendência vinham sendo captados e avaliados desde o lançamento da Revista Internacional de Folkcomunicação e da criação de grupos de trabalho (GTs) de folkcomunicação nas entidades que congregam cientistas da comunicação na América Latina, no espaço galego-português e, ultimamente, no âmbito ibero-americano.
Por isso, a Rede Folkcom organizou três encontros para debater a ideia. O primeiro se realizou no ano passado em Portugal, o Fórum da Maia, o segundo, no Brasil, em 2015. A adesão de uma centena de participantes ao “Fórum de Pinheiros” (São Paulo) confirmou essa aspiração cognitiva, avançando significativamente a equação das demandas, embora persistam questões que justificam o próximo fórum, no Chile. A meta ambiciosa do “Fórum Valdivia 2016” é dar resposta a perguntas desta natureza:
Como se configurou a disciplina? Em que consiste o seu objeto? O que se pesquisa na área? Com que métodos? Por que o conhecimento acumulado vem se transformando em programas de ensino? Quando começou a articulação da comunidade acadêmica? Para onde vai o campo de estudos? O que resulta da intermediação entre erudito, massivo e popular? O congresso nacional de Cuiabá começará a enunciar as respostas da comunidade acadêmica brasileira.

Esse organismo vem promovendo congressos periódicos com a finalidade de avaliar as conquistas e potencializar os resultados. Neste ano de 2015, ocorre o 17º congresso das entidades e pessoas que estudam, estocam e espalham o saber folkcomunicacional. O evento terá como anfitrião o professor Yuji Gushiken e como sede o campus da Universidade Federal de Mato Grosso, na cidade de Cuiabá, completando o périplo pelo território nacional. Norte e Sul, Nordeste e Sudeste já se encontram cobertos pela Rede Folkcom, justificando-se plenamente a escolha de Cuiabá para sediar o evento deste ano.
Consolidada dentro do nosso país, a disciplina começa a se expandir pelos espaços vizinhos na geopolítica (Cone Sul das Américas) e geocultura (Península Ibérica). Decorridos 50 anos da gênese acadêmica da folkcomunicação, torna-se evidente a demanda pela formação de uma comunidade acadêmica internacional nessa área cognitiva. Os sinais que confirmam essa tendência vinham sendo captados e avaliados desde o lançamento da Revista Internacional de Folkcomunicação e da criação de grupos de trabalho (GTs) de folkcomunicação nas entidades que congregam cientistas da comunicação na América Latina, no espaço galego-português e, ultimamente, no âmbito ibero-americano.
Por isso, a Rede Folkcom organizou três encontros para debater a ideia. O primeiro se realizou no ano passado em Portugal, o Fórum da Maia, o segundo, no Brasil, em 2015. A adesão de uma centena de participantes ao “Fórum de Pinheiros” (São Paulo) confirmou essa aspiração cognitiva, avançando significativamente a equação das demandas, embora persistam questões que justificam o próximo fórum, no Chile. A meta ambiciosa do “Fórum Valdivia 2016” é dar resposta a perguntas desta natureza:
Como se configurou a disciplina? Em que consiste o seu objeto? O que se pesquisa na área? Com que métodos? Por que o conhecimento acumulado vem se transformando em programas de ensino? Quando começou a articulação da comunidade acadêmica? Para onde vai o campo de estudos? O que resulta da intermediação entre erudito, massivo e popular? O congresso nacional de Cuiabá começará a enunciar as respostas da comunidade acadêmica brasileira.






