Cúpula pela Democracia: Biden promete investimento no jornalismo; Bolsonaro ataca imprensa
Norte-americano prometeu criar fundo para fortalecer a categoria
Atualizado em 10/12/2021 às 09:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Joe Biden e Jair Bolsonaro apresentaram posicionamentos completamente distintos durante a Cúpula pela Democracia, organizada pelo mandatário norte-americano ontem (9). No discurso de abertura do evento, o presidente dos Estados Unidos afirmou que fará um investimento para fortalecer a imprensa.
Enquanto isso, o brasileiro recém-filiado ao PL voltou a atacar a categoria, culpando a mídia tradicional pelas fake news.
Biden prometeu capital para um fundo internacional para mídia de interesse público. Por meio da USAID, o país também deve criar um novo fundo de defesa para ajudar a proteger jornalistas que são alvos de ações na Justiça ou campanhas de difamação. Crédito:White House photo by Adam Schultz
Joe Biden durante a Cúpula pela Democracia "Uma mídia livre e independente é o alicerce da democracia. É assim que o público se mantém informado e como os governos são responsabilizados. E, em todo o mundo, a liberdade de imprensa está ameaçada", disse.
Bolsonaro não esteve no evento, mas enviou uma carta à Casa Branca, onde se comprometia com a realização de eleições livres. Ele voltou a atacar a imprensa tradicional, responsabilizando os jornalistas pela onda de desinformação no país. A tática é a mesma usada por Trump enquanto presidente dos EUA.
"Reconhecendo os desafios relacionados à proliferação de desinformação, em especial pela grande parte da mídia tradicional, o governo continuará a salvaguardar a liberdade de expressão, inclusive na internet, de acordo com a legislação nacional e padrões internacionais."
Se o brasileiro, que recentemente tem enfrentado problemas pela remoção de seus conteúdos com notícias falsas e desinformação das redes sociais, defende uma "internet livre", assim como Trump - banido das plataformas online -, a gestão de Biden cobra que as redes sociais se posicionem e ajam contra a disseminação de notícias falsas.
Enquanto isso, o brasileiro recém-filiado ao PL voltou a atacar a categoria, culpando a mídia tradicional pelas fake news.
Biden prometeu capital para um fundo internacional para mídia de interesse público. Por meio da USAID, o país também deve criar um novo fundo de defesa para ajudar a proteger jornalistas que são alvos de ações na Justiça ou campanhas de difamação. Crédito:White House photo by Adam Schultz
Joe Biden durante a Cúpula pela Democracia "Uma mídia livre e independente é o alicerce da democracia. É assim que o público se mantém informado e como os governos são responsabilizados. E, em todo o mundo, a liberdade de imprensa está ameaçada", disse. Bolsonaro não esteve no evento, mas enviou uma carta à Casa Branca, onde se comprometia com a realização de eleições livres. Ele voltou a atacar a imprensa tradicional, responsabilizando os jornalistas pela onda de desinformação no país. A tática é a mesma usada por Trump enquanto presidente dos EUA.
"Reconhecendo os desafios relacionados à proliferação de desinformação, em especial pela grande parte da mídia tradicional, o governo continuará a salvaguardar a liberdade de expressão, inclusive na internet, de acordo com a legislação nacional e padrões internacionais."
Se o brasileiro, que recentemente tem enfrentado problemas pela remoção de seus conteúdos com notícias falsas e desinformação das redes sociais, defende uma "internet livre", assim como Trump - banido das plataformas online -, a gestão de Biden cobra que as redes sociais se posicionem e ajam contra a disseminação de notícias falsas.





