Cuidados de gente grande

Cuidados de gente grande

Atualizado em 14/09/2009 às 18:09, por Karla Lima e  colaboração de São Paulo.

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MARI MACCABELLI, DIRETORA DE MÍDIA DA PUBLICIS, FALA SOBRE AS CRESCENTES REGULAMENTAÇÕES DA COMUNICAÇÃO DIRIGIDA AO PÚBLICO INFANTIL

No início dos anos 1990, Suécia e Noruega baniram da televisão a propaganda para crianças. Em 2007, o governo britânico proibiu comerciais de alimentos com alto teor de açúcar e gordura. Trinta anos antes, a província de Quebec tinha tomado a mesma providência, mas isso não impediu o aumento da obesidade infantil no Canadá, que subiu de 3%, em 1978, para 8% em 2007. Talvez porque falte um componente à equação, acredita Mari Maccabelli, diretora de mídia da Publicis. "Nos últimos anos as crianças mudaram demais seus hábitos. Passam muito tempo diante da TV e do computador, se exercitam menos, brincam menos."

No Brasil, campanhas infantis também estão cada vez mais normatizadas, seja por recomendação do Conselho de Auto-Regulamentação (Conar), por iniciativa dos fabricantes ou pelo debate em torno do Projeto de Lei 5.921/01, que regulamenta a propaganda para crianças de até 12 anos. "Se está havendo uma mudança por parte do público, temos de nos adaptar", julga Mari. "Empresas de alimentos já começam a se movimentar, trazendo produtos mais saudáveis, naturais. Se elas estão fazendo isso, nós, de comunicação, temos obrigação de fazer o mesmo movimento. O que deve regrar a atividade é a consciência, mesmo que no começo isso atrapalhe, entre aspas, o lado criativo."

Leia a matéria completa na edição nº 6 do Caderno de Mídia