Cuba nega assassinatos, desaparecimentos e torturas de jornalistas

Cuba nega assassinatos, desaparecimentos e torturas de jornalistas

Atualizado em 12/05/2008 às 13:05, por Redação Portal IMPRENSA.

"Os supostos assassinatos, desaparecimentos e torturas de jornalistas em Cuba são 'mentiras e calúnias puras' propagadas pelos inimigos da revolução", afirmou nesta segunda-feira (12) o jornal oficial Granma .

"Durante os 50 anos de Revolução, nenhum jornalista, seja cubano ou de outro país, teve morte violenta em Cuba em razão das suas opiniões", assinalou o Granma , em um extenso artigo dedicado ao assassinato em Havana, em 1958, do jornalista equatoriano Carlos Bastidas.

O jornal acrescenta que a ilha "tem garantido plenamente a integridade física dos jornalistas, diferente do que ocorre em muitos países".

Segundo fontes da oposição cubana, classificada pelo governo como "mercenária" dos Estados Unidos, 26 dos 75 dissidentes condenados na ilha em 2003 a penas de até 28 de prisão trabalhavam como jornalistas independentes no momento da sua detenção; vinte deles já foram soltos por motivos de saúde.

Em seu informe anual divulgado em março, a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) condenou a situação de 25 jornalistas que permanecem presos na ilha. "No mundo, a violência contra os jornalistas não cessou. Nos últimos 25 anos, quase mil colegas na América Latina pagaram com sua vida o exercício do direito de opinar", apontou o Granma .

As informações são da AFP

Leia mais