Crise na Tribuna de Alagoas
Crise na Tribuna de Alagoas
Atualizado em 03/08/2005 às 10:08, por
Fonte: Sindicato dos Jornalistas de Alagoas.
Os jornalistas, gráficos e demais funcionários do jornal Tribuna de Alagoas voltaram a viver uma situação de incerteza e profunda angústia, com a possibilidade da empresa vir a fechar e extinguir dezenas de postos de trabalho. São cerca de 130 trabalhadores ameaçados de perder seus empregos, caso o grupo que administra o jornal atualmente - pelo sistema de arrendamento - desista de comprá-lo no Banco do Nordeste.
A hipótese de fechamento existe e se tornou mais provável nas últimas semanas, depois que o referido grupo empresarial soube do preço cobrado pela empresa. Alimentando esperanças de compra há quase dois anos, quando arrendou a Tribuna da família Farias, os atuais administradores demonstram que só continuarão o projeto se puderem adquirir oficialmente o jornal, cujo financiamento nunca chegou a ser pago pelos Farias. Segundo informações chegadas ao Sindicato dos Jornalistas de Alagoas, o não pagamento das parcelas do financiamento é um dos motivos que elevam o preço da empresa.
Esta é a terceira vez que a Tribuna de Alagoas está sob ameaça de fechamento. Na última vez, antes do grupo atual assumir, os salários dos trabalhadores atrasaram três meses. Esse tipo de situação voltou a acontecer em junho último, com um atraso de 15 dias no pagamento. Caso os atuais administradores devolvam o jornal para a família Farias, não se sabe qual será o futuro da empresa, uma vez que nenhum outro grupo demonstrou interesse em comprá-la ou arrendá-la novamente.
Preocupado com o atraso no pagamento dos salários e com a possibilidade de fechamento da empresa, o Sindicato dos Jornalistas e o Sindicato dos Gráficos têm cobrado explicações e soluções das partes envolvidas. A entidade dos jornalistas já se reuniu três vezes nos últimos trinta dias com a direção atual da Tribuna, e tem encontro marcado na terça-feira (2/08) com o gerente da Unidade de Recuperação de Crédito do Banco do Nordeste, Evangelino Guimarães Neto.
"O clima no jornal Tribuna de Alagoas é de bastante apreensão. É lamentável que os trabalhadores, mais uma vez, estejam ameaçados de perder seus empregos por causa do calote e da irresponsabilidade dos patrões. A exemplo das vezes anteriores, vamos denunciar esse fato à sociedade , além de nos mobilizarmos em defesa dos postos de trabalho", disse o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Carlos Roberto Pereira.
A hipótese de fechamento existe e se tornou mais provável nas últimas semanas, depois que o referido grupo empresarial soube do preço cobrado pela empresa. Alimentando esperanças de compra há quase dois anos, quando arrendou a Tribuna da família Farias, os atuais administradores demonstram que só continuarão o projeto se puderem adquirir oficialmente o jornal, cujo financiamento nunca chegou a ser pago pelos Farias. Segundo informações chegadas ao Sindicato dos Jornalistas de Alagoas, o não pagamento das parcelas do financiamento é um dos motivos que elevam o preço da empresa.
Esta é a terceira vez que a Tribuna de Alagoas está sob ameaça de fechamento. Na última vez, antes do grupo atual assumir, os salários dos trabalhadores atrasaram três meses. Esse tipo de situação voltou a acontecer em junho último, com um atraso de 15 dias no pagamento. Caso os atuais administradores devolvam o jornal para a família Farias, não se sabe qual será o futuro da empresa, uma vez que nenhum outro grupo demonstrou interesse em comprá-la ou arrendá-la novamente.
Preocupado com o atraso no pagamento dos salários e com a possibilidade de fechamento da empresa, o Sindicato dos Jornalistas e o Sindicato dos Gráficos têm cobrado explicações e soluções das partes envolvidas. A entidade dos jornalistas já se reuniu três vezes nos últimos trinta dias com a direção atual da Tribuna, e tem encontro marcado na terça-feira (2/08) com o gerente da Unidade de Recuperação de Crédito do Banco do Nordeste, Evangelino Guimarães Neto.
"O clima no jornal Tribuna de Alagoas é de bastante apreensão. É lamentável que os trabalhadores, mais uma vez, estejam ameaçados de perder seus empregos por causa do calote e da irresponsabilidade dos patrões. A exemplo das vezes anteriores, vamos denunciar esse fato à sociedade , além de nos mobilizarmos em defesa dos postos de trabalho", disse o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Carlos Roberto Pereira.






