Crise na Record do RJ teria afetado trabalho de jornalistas; emissora nega
Entre os problemas citados, está carros sem manutenção adequada, e coletes de segurança que passaram do prazo de validade. Emissora nega.
Atualizado em 15/08/2014 às 17:08, por
Christh Lopes*.
Uma eventual crise na Record do Rio de Janeiro estaria afetando as condições de trabalho dos jornalistas da emissora. Entre os problemas enfrentados estão carros sem manutenção adequada até coletes de segurança com prazo de validade vencido. À IMPRENSA, o canal afirma que as denúncias não procedem e que segue normalmente suas atividades.
Crédito:Reprodução/Sindicato Emissora nega denúncias; sindicato vai apurar o caso
De acordo com o site NaTelinha, a emissora enfrenta uma série de problemas internos, iniciados quando Fabiano Freitas assumiu a gestão do canal em julho deste ano, e estes afetariam diretamente a condição do trabalho dos profissionais de imprensa, como carros reparados em oficinas não autorizadas – como as montadoras recomendam – e equipados com ‘pneus carecas’ e revisões vencidas.
O estado dos coletes à prova de balas usados pelos repórteres também estariam com prazo de validade vencido. Nestes casos, o recomendável é a inutilização imediata dos equipamentos.
Sindicato pede apuração das denúncias
A presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, Paula Máiran, declarou que a entidade já chamou a emissora para cobrar esclarecimentos sobre o caso. “É realmente uma negligência com os trabalhadores que não podemos aceitar”, diz. O sindicato também pretende fazer um pedido de investigação ao Ministério Público do Trabalho para que as denúncias sejam apuradas e ocorra a fiscalização das condições oferecidas aos profissionais do canal.
“É inaceitável que os profissionais de imprensa trabalhem nessas condições, que ameaçam a vida dos trabalhadores. Temos o respaldo do Ministério Público, que notificou todas as empresas a seguirem as 16 recomendações da entidade, entre elas, garantir a segurança individual dos funcionários”.
Se as denúncias forem confirmadas, duas medidas teriam sido feridas pela Record. As que tangem ao transporte e a proteção ao profissional. “Vamos verificar se foram infringidas outras questões”, destaca Máiran. Confira a de recomendações do Ministério Público do Trabalho.
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves
Crédito:Reprodução/Sindicato Emissora nega denúncias; sindicato vai apurar o caso
De acordo com o site NaTelinha, a emissora enfrenta uma série de problemas internos, iniciados quando Fabiano Freitas assumiu a gestão do canal em julho deste ano, e estes afetariam diretamente a condição do trabalho dos profissionais de imprensa, como carros reparados em oficinas não autorizadas – como as montadoras recomendam – e equipados com ‘pneus carecas’ e revisões vencidas.
O estado dos coletes à prova de balas usados pelos repórteres também estariam com prazo de validade vencido. Nestes casos, o recomendável é a inutilização imediata dos equipamentos.
Sindicato pede apuração das denúncias
A presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, Paula Máiran, declarou que a entidade já chamou a emissora para cobrar esclarecimentos sobre o caso. “É realmente uma negligência com os trabalhadores que não podemos aceitar”, diz. O sindicato também pretende fazer um pedido de investigação ao Ministério Público do Trabalho para que as denúncias sejam apuradas e ocorra a fiscalização das condições oferecidas aos profissionais do canal.
“É inaceitável que os profissionais de imprensa trabalhem nessas condições, que ameaçam a vida dos trabalhadores. Temos o respaldo do Ministério Público, que notificou todas as empresas a seguirem as 16 recomendações da entidade, entre elas, garantir a segurança individual dos funcionários”.
Se as denúncias forem confirmadas, duas medidas teriam sido feridas pela Record. As que tangem ao transporte e a proteção ao profissional. “Vamos verificar se foram infringidas outras questões”, destaca Máiran. Confira a de recomendações do Ministério Público do Trabalho.
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves





