Crise, críticas e cricris

Crise, críticas e cricris

Atualizado em 08/08/2008 às 17:08, por Adriana Silva e Nara Soares / Enviadas a Paraty (RJ).

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Uma das mesas mais polêmicas da Flip, ao debater mercado editorial brasileiro e a atual produção em jornalismo literário, revela a fragilidade das discussões sobre os caminhos e possibilidades para os novos autores e repórteres

De "blog de bêbado" passando pela produção do jornalismo literário; da mania de "velhos jornalistas" a Mario de Andrade: livros, sarcasmo, gargalhadas e palavrões freqüentaram a mesa "Conversa de Botequim", na última edição da Flip, em que participaram os jornalistas Humberto Werneck e Xico Sá, considerada a mais debochada discussão entre todas as promovidas pela Festa Literária de Paraty, em julho. Mediados pelo também jornalista Paulo Roberto Pires, os convidados debateram a produção jornalística contemporânea, a produção de jornalismo literário e o papel das novas tecnologias nesse cenário. O debate não chegou a consenso, mas levantou questões pouco discutidas no mercado.

Leia a matéria completa na edição 237 de IMPRENSA