Crime organizado tornou Honduras perigosa para jornalistas, diz presidente de entidade
O presidente do Colégio de Jornalistas de Honduras, Juan Ramón Mairena, disse recentemente que, devido ao crime organizado, ser jornalista se tornou “perigoso” em Honduras.
Atualizado em 19/06/2013 às 17:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
"A situação é muito difícil, ainda há muito por fazer para esclarecer o assassinato dos comunicadores", disse Mairena.
A EFE informou que, entre 2010 e o primeiro semestre de 2013, 28 comunicadores foram assassinados em Honduras.
Mairena ainda disse estar “preocupado” com a impunidade que prevalece nos assassinatos de jornalistas no país. Autoridades de segurança reconheceram em abril desse ano que 80% dos homicídios ficam impunes pela falta de investigação. Mairena acrescentou que parte da impunidade é em razão do presidente Porfirio Lobo "não ter cumprido" o compromisso de implementar programas de proteção aos jornalistas.
"Lamentamos a violência da qual padece o povo hondurenho e que atinge os jornalistas, ameaçando a liberdade de pensamento e de expressão", disse Ramón Custódio, comissário nacional dos Direitos Humanos de Honduras.
"Exercer o jornalismo é bem difícil, porque o narcotráfico influenciou muitas pessoas e montou várias campanhas contra os jornalistas, para que não se denunciem casos de extorsão, lavagem de dinheiro e corrupção", afirmou Daniel Villeda, chefe de redação do jornal La Tribuna.
A EFE informou que, entre 2010 e o primeiro semestre de 2013, 28 comunicadores foram assassinados em Honduras.
Mairena ainda disse estar “preocupado” com a impunidade que prevalece nos assassinatos de jornalistas no país. Autoridades de segurança reconheceram em abril desse ano que 80% dos homicídios ficam impunes pela falta de investigação. Mairena acrescentou que parte da impunidade é em razão do presidente Porfirio Lobo "não ter cumprido" o compromisso de implementar programas de proteção aos jornalistas.
"Lamentamos a violência da qual padece o povo hondurenho e que atinge os jornalistas, ameaçando a liberdade de pensamento e de expressão", disse Ramón Custódio, comissário nacional dos Direitos Humanos de Honduras.
"Exercer o jornalismo é bem difícil, porque o narcotráfico influenciou muitas pessoas e montou várias campanhas contra os jornalistas, para que não se denunciem casos de extorsão, lavagem de dinheiro e corrupção", afirmou Daniel Villeda, chefe de redação do jornal La Tribuna.





