Criado por calouros de jornalismo, bloco "Amantes de Glória" existe há 18 anos em PE
"Tudo vira bloco no Recife. O cara sai batendo uma panela na rua, dali cinco anos tem uma multidão." A frase é do jornalista João Baltar Freire, Secretário Executivo de Fomento ao Empreendedorismo de Pernambuco e um dos fundadores do "Amantes de Glória", bloco formado por jornalistas, publicitários e farristas, que existe há 18 anos.
Atualizado em 24/02/2014 às 17:02, por
Jéssica Oliveira.
O cara sai batendo uma panela na rua, dali cinco anos tem uma multidão." A frase é do jornalista João Baltar Freire, Secretário Executivo de Fomento ao Empreendedorismo de Pernambuco e um dos fundadores do "Amantes de Glória", bloco formado por jornalistas, publicitários e farristas, que existe há 18 anos.
"Éramos cinco calouros de jornalismo. Nas segundas à tarde, íamos ao Cine Veneza ver filmes de arte. Perto tinha um bar chamado Pirata, com chopp a R$ 1. Num determinado filme conhecemos a Glória [personagem de Victoria Abril, no filme “Ninguém Falará de Nós Quando Estivermos Mortos" (1995/Espanha)] e nos apaixonamos por ela. Quando saímos dessa sessão, fomos para o bar resolvemos fundar a confraria 'Amantes de Glória'", lembra Freire.
Os outros amantes originais são: Cézar Maia, jornalista e artista plástico; Paulo José, psicólogo; Álvaro Claudino, assessor de imprensa do Sport Club do Recife; e Kildare Rodrigues, da TV Câmara, falecido em 2009. Aos cinco fundadores, juntam-se todos os anos novos colaboradores e foliões, de todas as áreas.
Crédito:Divulgação Saída do "Amantes de Glória" em 2013 Tudo brincadeira
O bar Pirata não existe mais, mas todo ano a concentração do "Amantes de Glória" acontece em sua rua, conhecida (inclusive por Freire, que não lembra o nome correto) como "Rua do Pirata".
Além do local, o bloco mantém o amadorismo. "Não tem patrocínio. Bancamos tudo fazendo bingo, vendendo camisa, canecas. Mas sempre contratamos a orquestra. São 40 músicos, os melhores", afirma. "Fazemos questão do bloco ser confuso, amador. O carnaval não é uma brincadeira? Então vamos fazer uma grande brincadeira", acrescenta.
Em 2014, o bloco sairá na próxima segunda (3/3), com concentração às 16h na "Rua do Pirata", no Bairro da Boa Vista. Informações na página , no Facebook.
"Éramos cinco calouros de jornalismo. Nas segundas à tarde, íamos ao Cine Veneza ver filmes de arte. Perto tinha um bar chamado Pirata, com chopp a R$ 1. Num determinado filme conhecemos a Glória [personagem de Victoria Abril, no filme “Ninguém Falará de Nós Quando Estivermos Mortos" (1995/Espanha)] e nos apaixonamos por ela. Quando saímos dessa sessão, fomos para o bar resolvemos fundar a confraria 'Amantes de Glória'", lembra Freire.
Os outros amantes originais são: Cézar Maia, jornalista e artista plástico; Paulo José, psicólogo; Álvaro Claudino, assessor de imprensa do Sport Club do Recife; e Kildare Rodrigues, da TV Câmara, falecido em 2009. Aos cinco fundadores, juntam-se todos os anos novos colaboradores e foliões, de todas as áreas.
Crédito:Divulgação Saída do "Amantes de Glória" em 2013 Tudo brincadeira
O bar Pirata não existe mais, mas todo ano a concentração do "Amantes de Glória" acontece em sua rua, conhecida (inclusive por Freire, que não lembra o nome correto) como "Rua do Pirata".
Além do local, o bloco mantém o amadorismo. "Não tem patrocínio. Bancamos tudo fazendo bingo, vendendo camisa, canecas. Mas sempre contratamos a orquestra. São 40 músicos, os melhores", afirma. "Fazemos questão do bloco ser confuso, amador. O carnaval não é uma brincadeira? Então vamos fazer uma grande brincadeira", acrescenta.
Em 2014, o bloco sairá na próxima segunda (3/3), com concentração às 16h na "Rua do Pirata", no Bairro da Boa Vista. Informações na página , no Facebook.





