Crédito à prazo
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MÍDIA E SOCIEDADE ESPERAM MAIOR TRANSPARÊNCIA DO SETOR BANCÁRIO, CUJA COBERTURA DEVE MELHORAR COM O AUMENTO DO INTERESSE PELO SISTEMA FINANCEIRO
Em agosto, durante entrevista à repórter do Valor Econômico Claudia Safatle, o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e do Santander, Fábio Barbosa, disse coisas sobre a comunicação dos bancos que espantavam pela franqueza. "Agora a população está mais informada e tudo acontece com a luz acesa (...), o que é ótimo, mas temos que repensar a maneira de nos comunicarmos", declarou. Sociedade e jornalistas concordam.
Cobrir finanças, em geral, e o setor bancário, em particular, não é tarefa fácil. Bancos são, por natureza, discretos ao extremo. No Brasil costumam ser ainda mais arredios à imprensa do que seus equivalentes europeus e estadunidenses. Porém o setor bancário nacional parece ter chegado à conclusão de que ou fala mais com a sociedade ou começará a perder as brigas em que entrar. Recentemente, o setor tem passado por alguns dissabores: perda da liberdade de fixar as próprias tarifas, críticas ácidas contra os altos juros que cobram e o fim do pagamento que recebiam para administrar a folha de benefícios do INSS - agora as instituições é que terão de pagar para fazê-lo. A saída é transparência no diálogo com as instituições ligadas ao sistema financeiro - como Procons, Poder Judiciário e Ministério Público - e com os meios de comunicação, que ajudam na construção de pontes com clientes e cidadãos em geral por meio de jornais, rádios, TVs e plataformas digitais.
Leia a matéria completa na edição 249 de IMPRENSA






