CPMI das Fake News é prorrogada até outubro
Com as sessões paralisadas desde 17 de março, por conta da pandemia do coronavírus, e 89 convocações para serem votadas, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News foi prorrogada por 180 dias.
Atualizado em 03/04/2020 às 17:04, por
Redação Portal Imprensa.
17 de março, por conta da pandemia do coronavírus, e 89 convocações para serem votadas, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News foi prorrogada por 180 dias.
Crédito:Roque de Sá/Agência Senado A lista de convocação inclui o ex-funcionário da Yacows Hans River do Rio Nascimento, que, em fevereiro, sugeriu à CPMI das Fake News que a jornalista Patrícia Campos Mello estava disposta a fazer sexo com ele em troca de informações para a reportagem.
O requerimento contou com 209 assinaturas de deputados e 34 de senadores. O novo prazo passa a contar a partir de 14 de abril, quando termina o primeiro prazo para conclusão dos trabalhos.
Segundo o presidente da comissão, senador Angelo Coronel, na próxima semana, os membros vão discutir se os trabalhos continuam remotamente ou se será necessário aguardar a volta do funcionamento do Congresso.
A CPMI investiga a criação de perfis falsos para disseminar fake news e influenciar o resultado das últimas eleições, além do vazamento das conversas entre membros da Lava Jato e o ministro Sergio Moro, então juiz.
Segundo Angelo Coronel, a propagação de informações falsas sobre a pandemia também será alvo de investigação. “Esperamos abrir um foco de Investigações em cima de perfis que estão utilizando neste momento de pandemia para passar falsas informações e atentando contra a vida das pessoas. São verdadeiros marginais das redes sociais, que utilizam do anonimato, achando que jamais serão descobertos”, disse o presidente da comissão.
Crédito:Roque de Sá/Agência Senado A lista de convocação inclui o ex-funcionário da Yacows Hans River do Rio Nascimento, que, em fevereiro, sugeriu à CPMI das Fake News que a jornalista Patrícia Campos Mello estava disposta a fazer sexo com ele em troca de informações para a reportagem.
O requerimento contou com 209 assinaturas de deputados e 34 de senadores. O novo prazo passa a contar a partir de 14 de abril, quando termina o primeiro prazo para conclusão dos trabalhos.
Segundo o presidente da comissão, senador Angelo Coronel, na próxima semana, os membros vão discutir se os trabalhos continuam remotamente ou se será necessário aguardar a volta do funcionamento do Congresso.
A CPMI investiga a criação de perfis falsos para disseminar fake news e influenciar o resultado das últimas eleições, além do vazamento das conversas entre membros da Lava Jato e o ministro Sergio Moro, então juiz.
Segundo Angelo Coronel, a propagação de informações falsas sobre a pandemia também será alvo de investigação. “Esperamos abrir um foco de Investigações em cima de perfis que estão utilizando neste momento de pandemia para passar falsas informações e atentando contra a vida das pessoas. São verdadeiros marginais das redes sociais, que utilizam do anonimato, achando que jamais serão descobertos”, disse o presidente da comissão.





