CPJ repudia assassinato de radialista em Pernambuco e cobra investigação
O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condenou o assassinato a tiros do radialista Israel Gonçalves Silva, em Lagoa de Itaenga, em Pernambuco, última terça-feira (10/11).
Atualizado em 12/11/2015 às 10:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
dos Jornalistas (CPJ) condenou o assassinato a tiros do Israel Gonçalves Silva, em Lagoa de Itaenga, em Pernambuco, última terça-feira (10/11). Ele é o quinto jornalista morto este ano no Brasil.
Crédito:Reprodução Polícia prendeu três suspeitos de matar o radialista
De acordo com a AFP, o assassino atirou e fugiu em uma moto, sem roubar nada. "Estamos profundamente preocupados com o aumento alarmante da violência letal contra jornalistas no Brasil, que fez deste país um dos mais perigosos para a imprensa no mundo", destacou Carlos Lauría, coordenador sênior do programa do CPJ para as Américas.
Silva apresentava o programa "Microfone Aberto", na Rádio Comunitária de Itaenga, que recebia denúncias dos ouvintes sobre corrupção e desvios praticados por políticos e policiais. "Ele sempre bateu cabeça com as autoridades e as pessoas vinham até ele na rua e diziam que ele ia morrer ou que era melhor ter cuidado porque sua vida estava em perigo", contou um de seus colegas, Edilson Gomes dos Santos.
Quatro pessoas, incluindo dois menores, foram detidas depois do assassinato. Segundo o CPJ, outros quatro profissionais de imprensa foram mortos este ano no Brasil, em retaliação direta por seu trabalho, e nenhum dos casos foi resolvido.
Crédito:Reprodução Polícia prendeu três suspeitos de matar o radialista
De acordo com a AFP, o assassino atirou e fugiu em uma moto, sem roubar nada. "Estamos profundamente preocupados com o aumento alarmante da violência letal contra jornalistas no Brasil, que fez deste país um dos mais perigosos para a imprensa no mundo", destacou Carlos Lauría, coordenador sênior do programa do CPJ para as Américas.
Silva apresentava o programa "Microfone Aberto", na Rádio Comunitária de Itaenga, que recebia denúncias dos ouvintes sobre corrupção e desvios praticados por políticos e policiais. "Ele sempre bateu cabeça com as autoridades e as pessoas vinham até ele na rua e diziam que ele ia morrer ou que era melhor ter cuidado porque sua vida estava em perigo", contou um de seus colegas, Edilson Gomes dos Santos.
Quatro pessoas, incluindo dois menores, foram detidas depois do assassinato. Segundo o CPJ, outros quatro profissionais de imprensa foram mortos este ano no Brasil, em retaliação direta por seu trabalho, e nenhum dos casos foi resolvido.





