CPJ diz que "Primavera Árabe" causou 16 mortes de jornalistas em coberturas de risco

O número de jornalistas mortos “em situação de risco” foi o maior desde o início da aferição feita pelo Comitê de Proteção aos Jornalistas,

Atualizado em 20/12/2011 às 11:12, por Redação Portal IMPRENSA.

O número de jornalistas mortos “em situação de risco” foi o maior desde o início da aferição feita pelo , em 1992. No total, foram 43 profissionais de Comunicação mortos “com relação direta ao seu trabalho”, em 2011.
Em relação ao ano passado, que contabilizou 44 mortes, o número de assassinatos “planejados” declinou, porém, a quantidade de profissionais mortos em cobertura de conflitos, como protestos de rua, foi o maior já registrado.
“Fotógrafos e cinegrafistas, normalmente os mais vulneráveis durante levantes violentos, morreram a uma taxa que é o dobro da média histórica”, informou o relatório do CPJ. As mortes destes profissionais representaram 40% do total deste ano.
De acordo com o documento, 16 jornalistas foram mortos em conflitos, em 2011, principalmente em manifestações da “Primavera Árabe” e na Líbia. Oito repórteres foram mortos em “situações de combate”.
Em contrapartida, o número de assassinatos “planejados” caiu. Foram registrados 19 óbitos provocados por emboscadas ou “encomendas”. O CPJ investiga outras 35 mortes que podem estar relacionadas com o exercício do Jornalismo.
O Paquistão continua sendo o país "mais perigoso" para jornalistas do mundo, registrando 29 ocorrências nos últimos cinco anos.
Com informações do site
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