CPJ denuncia ameaças contra jornalistas que cobriam queda do voo MH17
Segundo a entidade, separatistas armados prenderam pelo menos 10 correspondentes
Atualizado em 22/07/2014 às 12:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) denunciou na última segunda-feira (21/7) ameaças e detenções de jornalistas que cobriam a queda do avião malásio MH17, no leste da Ucrânia. Segundo a entidade, desde sexta (18/7), separatistas armados prenderam pelo menos dez correspondentes na capital e barraram o acesso dos profissionais na região.
Crédito:Reprodução/Twitter Kevin Bishop, da BBC, relatou prisão por três horas em local do acidente aéreo
"Esta é uma tragédia internacional. A imprensa de todos os países tem o direito de cobrir", disse Nina Ognianova, coordenadora do CPJ na Europa e Ásia Central. "Pedimos que permitam à imprensa fazer seu trabalho sem obstáculos", acrescentou.
Entre os detidos, estão repórteres da BBC, do jornal sueco Dagens Nyheter , do site The Daily Beast, da emissora holandesa Nieuwsuur e da Russia Today. Eles foram levados para o prédio da agência de segurança nacional da Ucrânia e liberados após algumas horas.
Anna Nemtsova, do Daily Beast, a experiência no site e disse que os rebeldes começaram a comparar suas facas na frente dos jornalistas detidos. Um dos rebeldes a informou que ele havia sido ordenado a pegar os profissionais que estavam na região.
O repórter da BBC Kevin Bishop, disse em seu no Twitter que ficou preso durante três horas. "O coronel da Malásia estava conversando com a mídia fora da fábrica Kharkiv, onde os corpos # MH17 estão sendo mantidos", noticiou em seguida. Já Rudy Bouma, da Nieuwsuur, relatou que foi forçado por separatistas a apagar as imagens que registrou.
Crédito:Reprodução/Twitter Kevin Bishop, da BBC, relatou prisão por três horas em local do acidente aéreo
"Esta é uma tragédia internacional. A imprensa de todos os países tem o direito de cobrir", disse Nina Ognianova, coordenadora do CPJ na Europa e Ásia Central. "Pedimos que permitam à imprensa fazer seu trabalho sem obstáculos", acrescentou.
Entre os detidos, estão repórteres da BBC, do jornal sueco Dagens Nyheter , do site The Daily Beast, da emissora holandesa Nieuwsuur e da Russia Today. Eles foram levados para o prédio da agência de segurança nacional da Ucrânia e liberados após algumas horas.
Anna Nemtsova, do Daily Beast, a experiência no site e disse que os rebeldes começaram a comparar suas facas na frente dos jornalistas detidos. Um dos rebeldes a informou que ele havia sido ordenado a pegar os profissionais que estavam na região.
O repórter da BBC Kevin Bishop, disse em seu no Twitter que ficou preso durante três horas. "O coronel da Malásia estava conversando com a mídia fora da fábrica Kharkiv, onde os corpos # MH17 estão sendo mantidos", noticiou em seguida. Já Rudy Bouma, da Nieuwsuur, relatou que foi forçado por separatistas a apagar as imagens que registrou.





