CPJ condena "práticas policiais" contra jornalistas no Egito
O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) denunciou no último domingo (15/11), através de comunicado, o retorno de "velhas prática
Atualizado em 16/11/2015 às 17:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) denunciou no último domingo (15/11), através de comunicado, o retorno de "velhas práticas policiais contra jornalistas" após a do repórter Abdel Rahman Mohamed em Shibin el-Qanater, no Egito.
Segundo o Egypt Independent , o CPJ alertou para um cenário de uso de força policial contra jornalistas. No comunicado, a organização ainda apontou para uma possível "fabricação de acusações contra profissionais da imprensa no Egito".
Além de Rahman, a entidade jornalística ainda chamou atenção para o caso do repórter Sobhy Shoeib, que não foi libertado mesmo após o Ministério Público do Egito ordenar sua soltura. "Isso reflete o total desrespeito com a lei egípcia", ressaltou um trecho do comunicado.
Segundo o Egypt Independent , o CPJ alertou para um cenário de uso de força policial contra jornalistas. No comunicado, a organização ainda apontou para uma possível "fabricação de acusações contra profissionais da imprensa no Egito".
Além de Rahman, a entidade jornalística ainda chamou atenção para o caso do repórter Sobhy Shoeib, que não foi libertado mesmo após o Ministério Público do Egito ordenar sua soltura. "Isso reflete o total desrespeito com a lei egípcia", ressaltou um trecho do comunicado.
Rahman foi preso no último domingo após ter sua casa invadida por policiais. Em um levantamento, o CPJ afirmou que já são mais de trinta jornalistas presos no Egito.





