CPJ condena espancamento de jornalista investigativo na Croácia
O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condenou na última terça-feira (2/6) o ataque ao jornalista croata Zeljko Pera
Atualizado em 03/06/2015 às 17:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condenou na última terça-feira (2/6) o ataque ao croata Zeljko Peratovic, que foi espancado na porta de sua casa, na cidade de Luka Pokupska, na Croácia. A entidade ainda pede que a justiça investigue o caso para saber se a agressão tem ligação com os trabalhos jornalísticos dele.
Crédito:Reprodução Zeljko Peratovic ficou ferido após espancamento em frente à sua casa
De acordo com a entidade, o jornalista teria dito ao jornal Balkan Insight que três homens o atacaram na última quinta (28/5) e mencionaram uma matéria que ele havia escrito sobre "uma escavação ilegal de cascalho". Peratovic foi encaminhado ao hospital com diversas contusões pelo corpo.
Apesar da menção, Peratovic acredita que o espancamento tenha acontecido por conta de uma reportagem a respeito do envolvimento do serviço secreto da Iugoslávia no assassinato de um imigrante alemão na Croácia, em 1983.
Crédito:Reprodução Zeljko Peratovic ficou ferido após espancamento em frente à sua casa
De acordo com a entidade, o jornalista teria dito ao jornal Balkan Insight que três homens o atacaram na última quinta (28/5) e mencionaram uma matéria que ele havia escrito sobre "uma escavação ilegal de cascalho". Peratovic foi encaminhado ao hospital com diversas contusões pelo corpo.
Apesar da menção, Peratovic acredita que o espancamento tenha acontecido por conta de uma reportagem a respeito do envolvimento do serviço secreto da Iugoslávia no assassinato de um imigrante alemão na Croácia, em 1983.
"Instamos as autoridades croatas a investigar minuciosamente o ataque contra Zeljko Peratovic e considerar sua profissão como o principal motivo pela agressão. Uma boa investigação é essencial para ressaltar que ataques contra jornalistas não serão tolerados com impunidade", disse a Coordenadora do CPJ para a Europa Central e Ásia, Nina Ognianova.





