CPJ condena assassinato de jornalista mexicano morto a punhaladas
O Comitê para a Proteção dos Jornalistas condenou nesta segunda-feira (22/2), a morte de outro jornalista mexicano, Moisés Dagdug Lutzow, assassinado a punhaladas no último sábado.
Atualizado em 23/02/2016 às 17:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
dos Jornalistas condenou nesta segunda-feira (22/2) a morte de outro jornalista mexicano, Moisés Dagdug Lutzow, assassinado a punhaladas no último sábado.
Segundo o Informador, Dagdug era ex-legislador federal pelo Partido da Revolução Democrática e dono da empresa de comunicação Grupo XV. Ele foi encontrado morto dentro de sua casa em Villahermosa. O comitê informou que Moisés ancorava um programa de análise de notícias e havia relatado ter recebido ameaças.
Carlos Lauría, coordenador sênior do programa do CPJ para as Américas, instou o governo mexicano a investigar o assassinato e as razões, incluindo a possibilidade da morte ser uma retaliação por seu trabalho. “As autoridades federais devem adotar ações decisivas para combater a grave crise da liberdade de imprensa enfrentada pelo México.
“Isto significa uma investigação rigorosa do assassinato de Moisés Dagdug Lutzow e levar em conta todos os motivos, inclusive a possibilidade de que tenha sido um homicídio em represália por seu exercício profissional”, complementou Carlos.
O México é um dos países mais perigosos do mundo para a imprensa. Segundo a pesquisa do CPJ, ao menos 36 jornalistas foram assassinados por seu trabalho desde que o comitê começou a documentar estes casos, em 1992. O país está em oitavo lugar no Índice de Impunidade do CPJ de 2015, que destaca os países onde os jornalistas são mortos e seus homicidas ficam livres.
Segundo o Informador, Dagdug era ex-legislador federal pelo Partido da Revolução Democrática e dono da empresa de comunicação Grupo XV. Ele foi encontrado morto dentro de sua casa em Villahermosa. O comitê informou que Moisés ancorava um programa de análise de notícias e havia relatado ter recebido ameaças.
Carlos Lauría, coordenador sênior do programa do CPJ para as Américas, instou o governo mexicano a investigar o assassinato e as razões, incluindo a possibilidade da morte ser uma retaliação por seu trabalho. “As autoridades federais devem adotar ações decisivas para combater a grave crise da liberdade de imprensa enfrentada pelo México.
“Isto significa uma investigação rigorosa do assassinato de Moisés Dagdug Lutzow e levar em conta todos os motivos, inclusive a possibilidade de que tenha sido um homicídio em represália por seu exercício profissional”, complementou Carlos.
O México é um dos países mais perigosos do mundo para a imprensa. Segundo a pesquisa do CPJ, ao menos 36 jornalistas foram assassinados por seu trabalho desde que o comitê começou a documentar estes casos, em 1992. O país está em oitavo lugar no Índice de Impunidade do CPJ de 2015, que destaca os países onde os jornalistas são mortos e seus homicidas ficam livres.





