CPJ avalia 2007 como segundo pior ano da década para jornalistas
CPJ avalia 2007 como segundo pior ano da década para jornalistas
Um levantamento realizado pelo Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ), de Lisboa, afirma que o assassinato de jornalistas atingiu números inusitadamente altos em 2007, o que fez de 2007 o ano de maior número de mortes entre os jornalistas em mais de uma década - a pesquisa aponta para um total de 64 profissionais mortos no cumprimento do dever, um número apenas superado em 1994, ano em que as vítimas fatais foram 66.
Além dos 64 casos confirmados, o CPJ ainda investiga 22 outras situações de repórteres mortos, para saber se estas mortes estão relacionadas com o trabalho jornalístico desenvolvido pelas vítimas.
Pelo quinto ano consecutivo, o Iraque foi o país mais letal para a imprensa, registrando 31 vítimas - quase metade do total - e motivando comentários de Joel Simon, diretor executivo do CPJ. "[Eles] deram as suas vidas para que todos nós pudéssemos estar informados sobre o que acontece no Iraque".
Este ano, pela primeira vez, o CPJ apresentou também uma lista dos profissionais de apoio à imprensa assassinados, registando um total de 20 tradutores, assistentes, guardas e motoristas assassinados em 2007.






